POR QUE VIREI A DIREITA: TRES INTELECTUAIS EXPLICAM SUA OPCAO PELO CONSERVADORISMO
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TextPublisher: SAO PAULO TRES ESTRELAS 2012Edition: 1 edDescription: 111P. 21CM. BROCHSubject(s): Genre/Form: Online resources: Summary: Atuantes articulistas da imprensa, os intelectuais João Pereira Coutinho, Luiz Felipe Pondé e Denis Rosenfield revelam neste livro as razões que os levaram a optar pelas ideias conservadoras e a considerá-las a orientação mais acertada para a vida política. Escritos com rigor e veemência, os três ensaios de Por que virei à direita (título baseado no livro Why I Turned Right, organizado por Mary Eberstadt) aliam a confidência pessoal à análise política. Em "Dez notas para a definição de uma direita", Coutinho discute os riscos das utopias propagadas pelas esquerdas: "Não é função de um governo conduzir uma comunidade rumo a um fim de perfeição. Não apenas porque os homens são incapazes de o atingir, mas porque esse fim é, conceitualmente, inatingível". Para Pondé, o pensamento progressista tem uma falha essencial: ignora aquilo que é próprio ao ser humano. Diz ele, em "A formação de um pessimista": "A esquerda é abstrata e mau-caráter porque nega a realidade histórica humana a fim de construir seu domínio sobre o mundo". Em "A esquerda na contramão da história", Rosenfield analisa a "teleologia da esquerda", que vê o Estado como encarnação máxima da moral. Faz também dura crítica à democracia participativa implementada pelo PT, para ele uma armadilha autoritária e "liberticida".
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Livros
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Biblioteca Nair Lacerda | Biblioteca Nair Lacerda | 320.5 C837p (Browse shelf(Opens below)) | Available | 381323 |
PORTUGUES
2ª REIMPRESSAO. REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS. DADOS SOBRE OS AUTORES.
Atuantes articulistas da imprensa, os intelectuais João Pereira Coutinho, Luiz Felipe Pondé e Denis Rosenfield revelam neste livro as razões que os levaram a optar pelas ideias conservadoras e a considerá-las a orientação mais acertada para a vida política. Escritos com rigor e veemência, os três ensaios de Por que virei à direita (título baseado no livro Why I Turned Right, organizado por Mary Eberstadt) aliam a confidência pessoal à análise política. Em "Dez notas para a definição de uma direita", Coutinho discute os riscos das utopias propagadas pelas esquerdas: "Não é função de um governo conduzir uma comunidade rumo a um fim de perfeição. Não apenas porque os homens são incapazes de o atingir, mas porque esse fim é, conceitualmente, inatingível". Para Pondé, o pensamento progressista tem uma falha essencial: ignora aquilo que é próprio ao ser humano. Diz ele, em "A formação de um pessimista": "A esquerda é abstrata e mau-caráter porque nega a realidade histórica humana a fim de construir seu domínio sobre o mundo". Em "A esquerda na contramão da história", Rosenfield analisa a "teleologia da esquerda", que vê o Estado como encarnação máxima da moral. Faz também dura crítica à democracia participativa implementada pelo PT, para ele uma armadilha autoritária e "liberticida".
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