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MARILIA DE DIRCEU & CARTAS CHILENAS

By: Material type: TextPublisher: SAO PAULO ATICA 2000Edition: 2 edDescription: 176P. 21CM. BROCHOther title:
  • CARTAS CHILENAS ; MARILIA DE DIRCEU
Subject(s): Genre/Form: Online resources: Summary: “Marília de Dirceu” é a mais emblemática obra do poeta português Tomás Antônio Gonzaga. O extenso poema, considerado autobiográfico, traz o relato de amor de Dirceu por Marília. Integrante do Arcadismo, a produção já apresenta características do Romantismo. “Cartas chilenas”. O cenário é Vila Rica, Minas Gerais, 1798, alguns anos antes da Inconfidência Mineira. Uma série de poemas satíricos começa a circular pela cidade, no formato de cartas trocadas entre dois amigos: Citrilo, habitante de Santiago do Chile, e o amigo Doroteu, residente na Espanha. As cartas revelam críticas ferozes contra a forma de governo corrupta de Fanfarrão Minésio. Tomás Antonio Gonzaga faz uso de sua forma mais satírica e debochada de redação para pôr em cheque a mediocridade administrativa do, na época, Governador de Minas Gerais, Luis da Cunha Meneses.
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Livros Biblioteca Cata Preta Biblioteca Cata Preta 869.912 G589m (Browse shelf(Opens below)) Available 388295

PORTUGUES

LIVRO DO PROFESSOR. INCLUI INDICACOES DE LEITURA, RESUMO BIOGRAFICO DO AUTOR E BIBLIOGRAFIA DO AUTOR. APRESENTACAO, SELECAO E NOTAS: DUDA MACHADO.

“Marília de Dirceu” é a mais emblemática obra do poeta português Tomás Antônio Gonzaga. O extenso poema, considerado autobiográfico, traz o relato de amor de Dirceu por Marília. Integrante do Arcadismo, a produção já apresenta características do Romantismo. “Cartas chilenas”. O cenário é Vila Rica, Minas Gerais, 1798, alguns anos antes da Inconfidência Mineira. Uma série de poemas satíricos começa a circular pela cidade, no formato de cartas trocadas entre dois amigos: Citrilo, habitante de Santiago do Chile, e o amigo Doroteu, residente na Espanha. As cartas revelam críticas ferozes contra a forma de governo corrupta de Fanfarrão Minésio. Tomás Antonio Gonzaga faz uso de sua forma mais satírica e debochada de redação para pôr em cheque a mediocridade administrativa do, na época, Governador de Minas Gerais, Luis da Cunha Meneses.

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