ALEXANDER CALDER 1898-1976
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TextPublisher: RIO DE JANEIRO PAISAGEM 2007Edition: 1 edDescription: 96P. ILUS. 25CMSubject(s): Genre/Form: Online resources: Summary: Quando a contagem final dos principais impulsionadores das artes plásticas deste século for compilada, não há dúvida de que o maestro do movimento Alexander Calder (1898-1976), o homem que colocou o balanço na escultura, estará próximo do numero uno. Calder o tirou do pedestal, deu-o ao vento e nos deixou playgrounds cinéticos do espírito. Ele operou no ponto onde Modernidade e natureza se fundiram, desenvolvendo uma arte ambiental que mudou o meio para sempre. Visitando seu ateliê em Paris em 1932, Duchamp cunhou o termo "Móveis" para as delicadas peças de arame e disco de Calder, construções que logo se tornariam imensamente populares. Mas ele não descansou em suas inovações. Amigo de Miro, Mondrian e Leger, Calder também se dedicou à pintura, desenho, guaches, brinquedos, têxteis e design de utensílios. Um mestre gráfico que desenhava tanto no ar quanto na tinta, os anos sessenta e setenta viram Calder assumir o monumental, traduzindo a dinâmica das cidades em seus Móveis e "Estabiles". Numa época em que a escultura era percebida como a antítese do movimento, Calder desfez a gravidade e libertou os elementos em um corpo de trabalho que ainda está enviando um vento de mudança pelo mundo da arte hoje.
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Livros
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Biblioteca Nair Lacerda | Biblioteca Nair Lacerda | 730.973 C127b (Browse shelf(Opens below)) | Available | 407844 |
PORTUGUES
BIOGRAFIA. BIBLIOGRAFIA.
Quando a contagem final dos principais impulsionadores das artes plásticas deste século for compilada, não há dúvida de que o maestro do movimento Alexander Calder (1898-1976), o homem que colocou o balanço na escultura, estará próximo do numero uno. Calder o tirou do pedestal, deu-o ao vento e nos deixou playgrounds cinéticos do espírito. Ele operou no ponto onde Modernidade e natureza se fundiram, desenvolvendo uma arte ambiental que mudou o meio para sempre. Visitando seu ateliê em Paris em 1932, Duchamp cunhou o termo "Móveis" para as delicadas peças de arame e disco de Calder, construções que logo se tornariam imensamente populares. Mas ele não descansou em suas inovações. Amigo de Miro, Mondrian e Leger, Calder também se dedicou à pintura, desenho, guaches, brinquedos, têxteis e design de utensílios. Um mestre gráfico que desenhava tanto no ar quanto na tinta, os anos sessenta e setenta viram Calder assumir o monumental, traduzindo a dinâmica das cidades em seus Móveis e "Estabiles". Numa época em que a escultura era percebida como a antítese do movimento, Calder desfez a gravidade e libertou os elementos em um corpo de trabalho que ainda está enviando um vento de mudança pelo mundo da arte hoje.
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