IDENTIDADES EM REDE: UM ESTUDO ETNOGRAFICO ENTRE QUILOMBOLAS E POMERANOS NA SERRA DOS TAPES
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TextPublisher: PELOTAS UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS UFPEL 2017Edition: 1 edDescription: 217PSubject(s): Genre/Form: Online resources: Summary: Este livro, baseado no trabalho de dissertacao de mestrado de mesmo nome, propõe-se a refletir sobre relacoes entre quilombolas e pomeranos na regiao da Serra dos Tapes, Rio Grande do Sul, Brasil. Os dois grupos viveram processos historicos diferenciados na ocupação da região, os primeiros desvinculando-se do regime escravocrata e os segundos a partir de projetos estatais de colonização. No presente, percebe-se que, no contexto estudado, quilombolas e pomeranos partilham diversos espaços, estabelecendo inúmeras conexoes. Na producao de fumo, principal atividade agrícola desenvolvida na região, quilombolas trabalham nas propriedades de colonos pomeranos. Tambem frequentam as mesmas festas e as mesmas benzedeiras, utilizam os mesmos equipamentos publicos, como escolas e postos de saúde. Ainda, alguns quilombolas aprenderam o idioma pomerano. Este estudo busca, a partir de pesquisa etnográfica, refletir sobre conexoes estabelecidas entre os dois grupos, assim como sobre os processos de demarcação de diferenças identitarias.
PORTUGUES
Este livro, baseado no trabalho de dissertacao de mestrado de mesmo nome, propõe-se a refletir sobre relacoes entre quilombolas e pomeranos na regiao da Serra dos Tapes, Rio Grande do Sul, Brasil. Os dois grupos viveram processos historicos diferenciados na ocupação da região, os primeiros desvinculando-se do regime escravocrata e os segundos a partir de projetos estatais de colonização. No presente, percebe-se que, no contexto estudado, quilombolas e pomeranos partilham diversos espaços, estabelecendo inúmeras conexoes. Na producao de fumo, principal atividade agrícola desenvolvida na região, quilombolas trabalham nas propriedades de colonos pomeranos. Tambem frequentam as mesmas festas e as mesmas benzedeiras, utilizam os mesmos equipamentos publicos, como escolas e postos de saúde. Ainda, alguns quilombolas aprenderam o idioma pomerano. Este estudo busca, a partir de pesquisa etnográfica, refletir sobre conexoes estabelecidas entre os dois grupos, assim como sobre os processos de demarcação de diferenças identitarias.
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