Image from Google Jackets

LICAO DE CHARCOT (A)

By: Material type: TextPublisher: RIO DE JANEIRO JORGE ZAHAR 2005Description: 150P. ILUS. 21CM. BROCHSubject(s): Genre/Form: Online resources: Summary: Entre 1885 e 1886, em visita ao hospital parisiense La Salpêtrière, Freud entrou em contato com o “teatro da histeria” dirigido por Charcot — experiência que viria a ser determinante para o nascimento da psicanálise. Antonio Quinet usa esse encontro como base para criar uma peça em que propõe um gênero novo de articulação entre arte e pensamento: a psicanálise implicada no teatro. O autor fala da histeria a partir do teatro – não numa narrativa histórica e sim numa interpretação cênica que tem como ponto de partida o que o inconsciente histérico ensina: quem comanda é a Outra Cena. Ambientada na Salpêtrière e na mansão de Charcot, essa peça traz à cena as histerias de hospital e de salão. Convulsiva, dramática, lírica, contorsionista, cômica e ilusionista, a histeria aparece em todo seu esplendor de situações e sintomas como expressão artística e modalidade de laço social, para além da patologia. Protagonizam a peça Charcot, Freud e Babinski, acompanhados de coadjuvantes do porte de Sarah Bernhard, D. Pedro II e muitos outros, que se deslocam no palco da história para fazer brilhar o protagonista: o corpo encharcado de histeria. O livro inclui uma contextualização histórica dos personagens, além de anexos em que o autor apresenta uma cronologia das diferentes concepções da histeria (do antigo Egito até os dias de hoje) e esclarece em linguagem simples o que é essa afecção – uma questão ainda extremamente polêmica, pertinente e atual.
Star ratings
    Average rating: 0.0 (0 votes)
Holdings
Item type Current library Home library Call number Status Barcode
Livros Biblioteca Nair Lacerda Biblioteca Nair Lacerda 869.926 Q44L (Browse shelf(Opens below)) Available 419381

PORTUGUES

BIBLIOGRAFIA. NOTAS SOBRE AS PERSONAGENS, ICONOGRAFIA.

Entre 1885 e 1886, em visita ao hospital parisiense La Salpêtrière, Freud entrou em contato com o “teatro da histeria” dirigido por Charcot — experiência que viria a ser determinante para o nascimento da psicanálise. Antonio Quinet usa esse encontro como base para criar uma peça em que propõe um gênero novo de articulação entre arte e pensamento: a psicanálise implicada no teatro. O autor fala da histeria a partir do teatro – não numa narrativa histórica e sim numa interpretação cênica que tem como ponto de partida o que o inconsciente histérico ensina: quem comanda é a Outra Cena. Ambientada na Salpêtrière e na mansão de Charcot, essa peça traz à cena as histerias de hospital e de salão. Convulsiva, dramática, lírica, contorsionista, cômica e ilusionista, a histeria aparece em todo seu esplendor de situações e sintomas como expressão artística e modalidade de laço social, para além da patologia. Protagonizam a peça Charcot, Freud e Babinski, acompanhados de coadjuvantes do porte de Sarah Bernhard, D. Pedro II e muitos outros, que se deslocam no palco da história para fazer brilhar o protagonista: o corpo encharcado de histeria. O livro inclui uma contextualização histórica dos personagens, além de anexos em que o autor apresenta uma cronologia das diferentes concepções da histeria (do antigo Egito até os dias de hoje) e esclarece em linguagem simples o que é essa afecção – uma questão ainda extremamente polêmica, pertinente e atual.

There are no comments on this title.

to post a comment.