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FILME E UM FILME (UM): O CINEMA DE VANGUARDA DOS ANOS 60

By: Contributor(s): Material type: TextPublisher: SAO PAULO COMPANHIA DAS LETRAS 2001Edition: 1 edDescription: 287P. ILUS. 21CM. BROCHSubject(s): Genre/Form: Online resources: Summary: Evolução, revolução, invenção. Expressa nesses três termos, uma face pouco conhecida do ensaísta, crítico e poeta José Lino Grünewald, morto há pouco menos de um ano, começa a se descortinar para o público mais jovem -alheio à revolução que ele próprio registrou no início de sua atividade como crítico de cinema. "Um Filme É um Filme - O Cinema de Vanguarda dos Anos 60", a antologia que cumpre o papel de reapresentá-la, reúne sua produção entre 1958 e 1970, publicada no diário "Correio da Manhã", no "Jornal de Letras" e na revista "Invenção", com organização do jornalista Ruy Castro. Nesses espaços, o poeta, investido dos trajes de crítico, decretava em 1958 "Cidadão Kane" (1941), de Orson Welles, o filme mais importante de todos os tempos, passados 17 anos de seu lançamento, para depois dividir esse Olimpo, ao tomar conhecimento de "Hiroshima Meu Amor" (1961), de Alain Resnais: "um filme-revolução", que varria "desgastadas receitas artesanais".
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Livros Biblioteca Nair Lacerda Biblioteca Nair Lacerda 791.4375 G925f (Browse shelf(Opens below)) Available 420870

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José Lino Grünewald; organização Ruy Castro ; 1ª reimpressão.

Evolução, revolução, invenção. Expressa nesses três termos, uma face pouco conhecida do ensaísta, crítico e poeta José Lino Grünewald, morto há pouco menos de um ano, começa a se descortinar para o público mais jovem -alheio à revolução que ele próprio registrou no início de sua atividade como crítico de cinema. "Um Filme É um Filme - O Cinema de Vanguarda dos Anos 60", a antologia que cumpre o papel de reapresentá-la, reúne sua produção entre 1958 e 1970, publicada no diário "Correio da Manhã", no "Jornal de Letras" e na revista "Invenção", com organização do jornalista Ruy Castro. Nesses espaços, o poeta, investido dos trajes de crítico, decretava em 1958 "Cidadão Kane" (1941), de Orson Welles, o filme mais importante de todos os tempos, passados 17 anos de seu lançamento, para depois dividir esse Olimpo, ao tomar conhecimento de "Hiroshima Meu Amor" (1961), de Alain Resnais: "um filme-revolução", que varria "desgastadas receitas artesanais".

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