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MENTES PERIGOSAS: O PSICOPATA MORA AO LADO

By: Material type: TextPublisher: RIO DE JANEIRO FONTANAR 2008Edition: 1 edDescription: 217P. 23CM. BROCHSubject(s): Genre/Form: Online resources: Summary: Frios, calculistas e insensíveis à dor alheia, os psicopatas são, segundo a especialista, muito mais numerosos do que se supõe. São homens e mulheres de todas as idades, classes sociais, raças e religiões e podem passar a vida toda sem ser desmascarados. Têm em comum uma mesma rotina – seduzir, mentir, magoar, dissimular, trair, abusar, roubar, agredir – e, diferentemente de grande parte das pessoas, não sentem culpa, remorso, compaixão, arrependimento nem nenhum outro sentimento de responsabilidade para com as pessoas que ferem ou prejudicam. No mundo, aproximadamente 4% da população sofre desse tipo de transtorno de personalidade. E, dentro desse universo, pouquíssimos chegam ao extremo do assassinato a sangue frio. Em seu livro, Ana Beatriz chama a atenção para a fração maior e quase "invisível" dos psicopatas leves e moderados. Pessoas que "transitam tranquilamente pelas ruas, cruzam nossos caminhos, frequentam as mesmas festas, dividem o mesmo teto, dormem na mesma cama", mas que podem deixar um rastro de destruição em nossas vidas, em vários níveis ― afetivo, moral, financeiro e psicológico.
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Livros Biblioteca Cata Preta Biblioteca Cata Preta 616.89 Si38m (Browse shelf(Opens below)) Available 444065

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Frios, calculistas e insensíveis à dor alheia, os psicopatas são, segundo a especialista, muito mais numerosos do que se supõe. São homens e mulheres de todas as idades, classes sociais, raças e religiões e podem passar a vida toda sem ser desmascarados. Têm em comum uma mesma rotina – seduzir, mentir, magoar, dissimular, trair, abusar, roubar, agredir – e, diferentemente de grande parte das pessoas, não sentem culpa, remorso, compaixão, arrependimento nem nenhum outro sentimento de responsabilidade para com as pessoas que ferem ou prejudicam. No mundo, aproximadamente 4% da população sofre desse tipo de transtorno de personalidade. E, dentro desse universo, pouquíssimos chegam ao extremo do assassinato a sangue frio. Em seu livro, Ana Beatriz chama a atenção para a fração maior e quase "invisível" dos psicopatas leves e moderados. Pessoas que "transitam tranquilamente pelas ruas, cruzam nossos caminhos, frequentam as mesmas festas, dividem o mesmo teto, dormem na mesma cama", mas que podem deixar um rastro de destruição em nossas vidas, em vários níveis ― afetivo, moral, financeiro e psicológico.

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