PRIMO BASILIO (O)
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TextPublisher: SAO PAULO SCIPIONE 1994Edition: 1 edDescription: XVI. 297P. ILUS. 21CM. BROCHSubject(s): Genre/Form: Online resources: Summary: O primo Basílio, publicado em 1878, é um romance realista do português Eça de Queirós. De temática urbana, é uma das obras de Eça mais críticas à sociedade burguesa de Lisboa no século XIX. Luísa, casada com o engenheiro Jorge, tem uma vida feliz e confortável. Sua única fonte de aborrecimento é a presença da criada Juliana na casa. Sua vida de mulher respeitável e recatada segue tranquila até o retorno de seu primo Basílio à cidade, durante uma viagem do marido a negócios. A partir daí, um caso extraconjugal, descoberto pela criada, poderá levá-la à ruína. Uma obra polêmica até hoje, O primo Basílio busca formar o retrato de uma sociedade conservadora, fútil e ociosa. Eça apresenta uma escrita ácida e avessa aos sentimentalismos da época. Um legítimo clássico da literatura portuguesa.
| Item type | Current library | Home library | Call number | Status | Barcode | |
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Livros
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Biblioteca Nair Lacerda | Biblioteca Nair Lacerda | 869.36 Q32pr (Browse shelf(Opens below)) | Available | 278788 |
PORTUGUES
INTRODUCAO E COMENTARIOS: JOSE DE NICOLA. NOTAS AO TEXTO: CHRISTINA BINATO. NOTAS DE RODAPE. PUBLICADO COM A OBRA DO MESMO AUTOR: O MANDARIM. OBRA IMPRESSA EM SENTIDO CONTRARIO
O primo Basílio, publicado em 1878, é um romance realista do português Eça de Queirós. De temática urbana, é uma das obras de Eça mais críticas à sociedade burguesa de Lisboa no século XIX. Luísa, casada com o engenheiro Jorge, tem uma vida feliz e confortável. Sua única fonte de aborrecimento é a presença da criada Juliana na casa. Sua vida de mulher respeitável e recatada segue tranquila até o retorno de seu primo Basílio à cidade, durante uma viagem do marido a negócios. A partir daí, um caso extraconjugal, descoberto pela criada, poderá levá-la à ruína. Uma obra polêmica até hoje, O primo Basílio busca formar o retrato de uma sociedade conservadora, fútil e ociosa. Eça apresenta uma escrita ácida e avessa aos sentimentalismos da época. Um legítimo clássico da literatura portuguesa.
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