DESCOBERTA DA AMERICA PELOS TURCOS (A): V.1
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TextPublisher: SAO PAULO); MINC (BRASILIA); BRADESCO (SAO PAULO FUND. DORINA NOWILL 2002Edition: 1 edDescription: V.1 31CM.BROCHSubject(s): Genre/Form: Online resources: Summary: O sírio Jamil Bichara e o libanês Raduan Murad desembarcam na Bahia em 1903 e se instalam na região grapiúna, litoral sul da Bahia, eldorado do cacau. O jovem e trabalhador Jamil abre um empório em Itaguassu. O experiente e boêmio Raduan prefere Itabuna. Ali, nova oportunidade de "fazer a América" se apresenta ao "turco" Jamil: o comerciante Ibrahim Jafet quer casar sua primogênita - a feiosa, ácida e "incólume" Adma. Em troca, oferece sociedade no armarinho O Barateiro. A descoberta da América pelos turcos, escrito no início dos anos 90, por ocasião do quinto centenário da descoberta do continente americano, revisita a formação da cultura cacaueira e do povo brasileiro, essencialmente mestiço. No posfácio, José Saramago qualifica a obra como "prodígio da arte de narrar" e a compara à tradição picaresca, em que se combinam a violência, o humor, a inocência e a astúcia.
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Livros
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Biblioteca Nair Lacerda | Biblioteca Nair Lacerda | F AM12d V.1 (Browse shelf(Opens below)) | Available | 271888 |
PORTUGUES
IMPRESSAO BRAILLE EM 2 VOLUMES DA 1ª EDICAO, 1994, AUTORIZADA PELA EDITORA RECORD
O sírio Jamil Bichara e o libanês Raduan Murad desembarcam na Bahia em 1903 e se instalam na região grapiúna, litoral sul da Bahia, eldorado do cacau. O jovem e trabalhador Jamil abre um empório em Itaguassu. O experiente e boêmio Raduan prefere Itabuna. Ali, nova oportunidade de "fazer a América" se apresenta ao "turco" Jamil: o comerciante Ibrahim Jafet quer casar sua primogênita - a feiosa, ácida e "incólume" Adma. Em troca, oferece sociedade no armarinho O Barateiro. A descoberta da América pelos turcos, escrito no início dos anos 90, por ocasião do quinto centenário da descoberta do continente americano, revisita a formação da cultura cacaueira e do povo brasileiro, essencialmente mestiço. No posfácio, José Saramago qualifica a obra como "prodígio da arte de narrar" e a compara à tradição picaresca, em que se combinam a violência, o humor, a inocência e a astúcia.
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