HISTORIAS DE AMOR
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TextPublisher: SAO PAULO COMPANHIA DAS LETRAS 1997Edition: 1 edDescription: 112P. 21CM. BROCHSubject(s): Genre/Form: Online resources: Summary: Certo de que as rimas de amor não são previsíveis como em uma cantiga de roda, Rubem Fonseca, nas narrativas desta obra, dá vida a personagens trágicos que, enclausurados em uma atmosfera de repressão, insatisfação e violência, buscam a redenção corrompendo ternura e afeto em anseios inescrutáveis.Publicado pela primeira vez em 1997, Histórias de amor mostra um autor em pleno domínio de sua arte, conduzindo o texto com movimentos precisos em meio aos cenários mais perversos.Os sete contos do livro se sucedem na cadência de uma valsa macabra, e o amor que se manifesta pelas páginas vem destituído de encantos, suspiros e palpitações: ele se faz presente no luto que transcende as diferenças entre espécies ("Betsy"), na provação extrema destinada a um sentimento inexistente ("Cidade de Deus"), no caso extraconjugal de texturas noir ("Carpe diem"), na fé que desconhece as fronteiras entre céu e inferno ("O amor de Jesus no coração").O amor é real. Porém — parafraseando os versos do dramaturgo Jean Anouilh na epígrafe do livro —, há também a vida, sua inimiga.
| Item type | Current library | Home library | Call number | Status | Barcode | |
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Livros
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Biblioteca Vila Floresta | Biblioteca Vila Floresta | 869.935 F733h (Browse shelf(Opens below)) | Available | 328464 |
PORTUGUES
Certo de que as rimas de amor não são previsíveis como em uma cantiga de roda, Rubem Fonseca, nas narrativas desta obra, dá vida a personagens trágicos que, enclausurados em uma atmosfera de repressão, insatisfação e violência, buscam a redenção corrompendo ternura e afeto em anseios inescrutáveis.Publicado pela primeira vez em 1997, Histórias de amor mostra um autor em pleno domínio de sua arte, conduzindo o texto com movimentos precisos em meio aos cenários mais perversos.Os sete contos do livro se sucedem na cadência de uma valsa macabra, e o amor que se manifesta pelas páginas vem destituído de encantos, suspiros e palpitações: ele se faz presente no luto que transcende as diferenças entre espécies ("Betsy"), na provação extrema destinada a um sentimento inexistente ("Cidade de Deus"), no caso extraconjugal de texturas noir ("Carpe diem"), na fé que desconhece as fronteiras entre céu e inferno ("O amor de Jesus no coração").O amor é real. Porém — parafraseando os versos do dramaturgo Jean Anouilh na epígrafe do livro —, há também a vida, sua inimiga.
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