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MULHERES DAS TRAGEDIAS GREGAS (AS): PODEROSAS?

By: Material type: TextPublisher: BARUERI MANOLE 2011Edition: 1 edDescription: XIII. 99P. ILUS. 15CM. BROCHSubject(s): Genre/Form: Online resources: Summary: A protagonismo das mulheres na maioria das tragédias escritas na Grécia Antiga e que chegaram até os dias atuais é latente, e os títulos enunciam: As troianas, Electra, Medéia, As bacantes, Antígona, Eumênides... Esses dramas, porém, foram escritos por homens, dirigidos por homens, encenados por homens e, provavelmente, quem assistia à encen­ção das peças era o sexo masculino; afinal, a sociedade ateniense era androcêntrica. As mulheres eram consideradas “menores”, sem direitos políticos, sem direito à educação, à herança ou à propriedade. Então, qual era o poder das mulheres atenienses, que ocupa­vam papel central nesse gênero tão relevante da literatura grega? A filósofa Susana de Castro mergulhou em leituras e discussões a respeito do tema e analisou a importância das heroínas nas tragédias gregas. Com texto leve, claro e rico em informações históricas e mitológicas, oferece ao leitor sua interpretação de Ésquilo, Sófocles e Eurípedes e seus grandes estudiosos Aristóteles, Hegel e Schelling, elucidando a seu modo os questionamentos despertados pelo título da obra.
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Livros Biblioteca Nair Lacerda Biblioteca Nair Lacerda 882.0109 C279m (Browse shelf(Opens below)) Available 358823

PORTUGUES

INCLUI DADOS BIOGRAFICOS DA AUTORA.

A protagonismo das mulheres na maioria das tragédias escritas na Grécia Antiga e que chegaram até os dias atuais é latente, e os títulos enunciam: As troianas, Electra, Medéia, As bacantes, Antígona, Eumênides... Esses dramas, porém, foram escritos por homens, dirigidos por homens, encenados por homens e, provavelmente, quem assistia à encen­ção das peças era o sexo masculino; afinal, a sociedade ateniense era androcêntrica. As mulheres eram consideradas “menores”, sem direitos políticos, sem direito à educação, à herança ou à propriedade. Então, qual era o poder das mulheres atenienses, que ocupa­vam papel central nesse gênero tão relevante da literatura grega? A filósofa Susana de Castro mergulhou em leituras e discussões a respeito do tema e analisou a importância das heroínas nas tragédias gregas. Com texto leve, claro e rico em informações históricas e mitológicas, oferece ao leitor sua interpretação de Ésquilo, Sófocles e Eurípedes e seus grandes estudiosos Aristóteles, Hegel e Schelling, elucidando a seu modo os questionamentos despertados pelo título da obra.

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