TEU NOME SERA SEMPRE ALICE E OUTRAS HISTORIAS
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TextPublisher: SAO PAULO GLOBO 2013Edition: 1 edDescription: 126P. 21CM. BROCHSubject(s): Genre/Form: Online resources: Summary: A procura do amor, a descrição da angústia do desencontro, a viagem da sensualidade, as facetas da experiência erótica, no sentido mais elevado da expressão, informam de maneira poderosa a literatura de todos os séculos. É a partir da aventura amorosa, da busca do outro, que, no limite, se confunde com a realização da própria identidade, que se localizam os contos de Eros Grau em “Teu nome será sempre Alice”. Não se trata de uma celebração festiva da carne: pelo contrário, Grau parece estar perfeitamente consciente de que, como seres condenados à linguagem, a fuga da solidão essencial esbarra num imenso muro de palavras. As personagens do livro confrontam o amor por meio de uma miríade de imagens, por intermédio da jornada através da memória, em experimentos de voyeurismo, em reflexões sobre a natureza das relações humanas. Assim, há o fotógrafo que escreve sua história de amor através de suas lentes (a fotografia aparece de forma decisiva nos contos de Grau), o cadáver que, ao molde de Brás Cubas, se compraz em falar sobre a própria morte, musas buscadas e perdidas, ciúmes e vidas falhadas. Poemas, trechos de diários, digressões filosóficas, uma variedade surpreendente de técnicas narrativas são empregadas pelo autor.
| Item type | Current library | Home library | Call number | Status | Barcode | |
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Livros
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Biblioteca Nair Lacerda | Biblioteca Nair Lacerda | 869.936 G775t (Browse shelf(Opens below)) | Available | 364621 |
PORTUGUES
DADOS BIOGRAFICSO: CICERO, NOTAS DE RODAPE.
A procura do amor, a descrição da angústia do desencontro, a viagem da sensualidade, as facetas da experiência erótica, no sentido mais elevado da expressão, informam de maneira poderosa a literatura de todos os séculos. É a partir da aventura amorosa, da busca do outro, que, no limite, se confunde com a realização da própria identidade, que se localizam os contos de Eros Grau em “Teu nome será sempre Alice”. Não se trata de uma celebração festiva da carne: pelo contrário, Grau parece estar perfeitamente consciente de que, como seres condenados à linguagem, a fuga da solidão essencial esbarra num imenso muro de palavras. As personagens do livro confrontam o amor por meio de uma miríade de imagens, por intermédio da jornada através da memória, em experimentos de voyeurismo, em reflexões sobre a natureza das relações humanas. Assim, há o fotógrafo que escreve sua história de amor através de suas lentes (a fotografia aparece de forma decisiva nos contos de Grau), o cadáver que, ao molde de Brás Cubas, se compraz em falar sobre a própria morte, musas buscadas e perdidas, ciúmes e vidas falhadas. Poemas, trechos de diários, digressões filosóficas, uma variedade surpreendente de técnicas narrativas são empregadas pelo autor.
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