CADEIRAS PROIBIDAS [LIVRO FALADO/MP3]
BRANDAO, IGNACIO DE LOYOLA LOPES
CADEIRAS PROIBIDAS [LIVRO FALADO/MP3] - 1 CD (CA. 4HORAS): MP3
GRAVADO E REMASTERIZADO NOS ESTUDIOS DA FUNDACAO DORINA NOWILL PARA CEGOS EM JULHO DE 2014, DA EDICAO DE 1996, COM AUTORIZACAO DA EDITORA GLOBAL
Em Cadeiras proibidas, Ignácio de Loyola Brandão diz muito em uma época em que pouco se podia dizer. Publicado inicialmente em 1976, tempo em que o Brasil enfrentava momentos de medo e censura por causa da ditadura, o livro narra histórias que tratam da realidade – do cotidiano, do corpo, do clima, do mundo, da indagação, da descoberta, da ação e da vida – escondendo-a através do fantástico. Resultado? Histórias que surpreendem o leitor, até hoje, desde a estranheza causada por seus títulos – “O homem cuja orelha cresceu”, “O homem que dissolvia xícaras”, “O homem que atravessava portas de vidro” – até as cenas surrealistas descritas e os finais intrigantes, questionadores ou, simplesmente, lacônicos e insólitos. Estava contando os dedos, para saber se tinha cinco ou seis, quando viu, no banco à sua frente, um homem contando os cabelos.
PORTUGUES
BRASIL
LITERATURA
LITERATURA BRASILEIRA
CONTOS
SECULO XX
LIVRO FALADO
CADEIRAS PROIBIDAS [LIVRO FALADO/MP3] - 1 CD (CA. 4HORAS): MP3
GRAVADO E REMASTERIZADO NOS ESTUDIOS DA FUNDACAO DORINA NOWILL PARA CEGOS EM JULHO DE 2014, DA EDICAO DE 1996, COM AUTORIZACAO DA EDITORA GLOBAL
Em Cadeiras proibidas, Ignácio de Loyola Brandão diz muito em uma época em que pouco se podia dizer. Publicado inicialmente em 1976, tempo em que o Brasil enfrentava momentos de medo e censura por causa da ditadura, o livro narra histórias que tratam da realidade – do cotidiano, do corpo, do clima, do mundo, da indagação, da descoberta, da ação e da vida – escondendo-a através do fantástico. Resultado? Histórias que surpreendem o leitor, até hoje, desde a estranheza causada por seus títulos – “O homem cuja orelha cresceu”, “O homem que dissolvia xícaras”, “O homem que atravessava portas de vidro” – até as cenas surrealistas descritas e os finais intrigantes, questionadores ou, simplesmente, lacônicos e insólitos. Estava contando os dedos, para saber se tinha cinco ou seis, quando viu, no banco à sua frente, um homem contando os cabelos.
PORTUGUES
BRASIL
LITERATURA
LITERATURA BRASILEIRA
CONTOS
SECULO XX
LIVRO FALADO