MEMORIAS DA EMILIA
LOBATO, JOSE BENTO MONTEIRO, 1882-1948
MEMORIAS DA EMILIA - 2 ed. - 91P. ILUS. 23CM. BROCH.
3ª IMPRESSAO. A EDICAO DESTE LIVRO TEVE COMO BASE A PUBLICACAO DAS OBRAS COMPLETAS DE MONTEIRO LOBATO DA EDITORA BRASILIENSE DE 1947. DADOS SOBRE O AUTOR E OBRA POR MARCIA CAMARGO E VLADIMIR SACCHETTA
"Memórias imaginadas “– Emília! – exclamou Dona Benta. – Você quer nos tapear. Em memórias a gente só conta a verdade, o que houve, o que se passou. Você nunca esteve em Hollywood [...]. Como então se põe a inventar tudo isso? – Minhas Memórias – explicou Emília – são diferentes de todas as outras. Eu conto o que houve e o que devia haver. – Então é romance, é fantasia… – São memórias fantásticas. Quer ler um pedacinho?” Neste livro curioso e cheio de travessuras, Emília escreve suas memórias – com uma ajudinha do Visconde de Sabugosa. Me¬mórias como nunca se viu, em que ela conta não só sua vida, mas sobretudo suas aventuras no Sítio do Picapau Amarelo – as vividas e, principalmente, as imaginadas. Esta história, de 1936, Monteiro Lobato dedica à sua genial criação: a marota Emília, a boneca mais célebre da literatura do mundo todo, de todos os tempos."
PORTUGUES
LITERATURA INFANTOJUVENIL
LITERATURA BRASILEIRA
LIVRO
MEMORIAS DA EMILIA - 2 ed. - 91P. ILUS. 23CM. BROCH.
3ª IMPRESSAO. A EDICAO DESTE LIVRO TEVE COMO BASE A PUBLICACAO DAS OBRAS COMPLETAS DE MONTEIRO LOBATO DA EDITORA BRASILIENSE DE 1947. DADOS SOBRE O AUTOR E OBRA POR MARCIA CAMARGO E VLADIMIR SACCHETTA
"Memórias imaginadas “– Emília! – exclamou Dona Benta. – Você quer nos tapear. Em memórias a gente só conta a verdade, o que houve, o que se passou. Você nunca esteve em Hollywood [...]. Como então se põe a inventar tudo isso? – Minhas Memórias – explicou Emília – são diferentes de todas as outras. Eu conto o que houve e o que devia haver. – Então é romance, é fantasia… – São memórias fantásticas. Quer ler um pedacinho?” Neste livro curioso e cheio de travessuras, Emília escreve suas memórias – com uma ajudinha do Visconde de Sabugosa. Me¬mórias como nunca se viu, em que ela conta não só sua vida, mas sobretudo suas aventuras no Sítio do Picapau Amarelo – as vividas e, principalmente, as imaginadas. Esta história, de 1936, Monteiro Lobato dedica à sua genial criação: a marota Emília, a boneca mais célebre da literatura do mundo todo, de todos os tempos."
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