EM BREVE TUDO SERA MISTERIO E CINZA
REIS, ALBERTO OLAVO ADVINCULA, 1947
EM BREVE TUDO SERA MISTERIO E CINZA - 1 ed. - 564P. 21CM.
No outono de 1825, o jovem joalheiro François Dumont e sua mulher Honorée abandonam o conforto da vida em Paris para embarcar numa viagem incerta rumo à Demarcação Diamantina, em Minas Gerais. Com o intuito de escapar das sombrias ameaças que pairam sobre sua família e alcançar uma prosperidade impossível em seu país de origem, François planeja enriquecer com a mineração de diamantes. Na jornada até o sertão mineiro, os imigrantes franceses deparam com uma bizarra sequência de presságios e encontros singulares. Avisados pelas autoridades locais de que a autorização para extrair diamantes nunca seria concedida a estrangeiros, os Dumont vão em busca do ouro mineiro, sem imaginar que as escaramuças da infame política local, dominada pelas famílias Silveira e Caldeira Brant, poderiam arruinar seus sonhos. A aventura dos franceses ainda se entrelaça à jornada de um casal de escravos, Marcos e Rosa. O jovem negro, seguido de sua fiel companheira, enfrenta as mais adversas condições para honrar um juramento feito em seu nome. Neste surpreendente romance de estreia, um narrador politicamente incorreto conduz o leitor aos grotões do Brasil, apresentando personagens e cenários numa prosa bem calibrada entre ficção e realidade. Transitando pela narrativa irônica, burlesca, trágica e solene, Alberto A. Reis traça um panorama bem-humorado da sociedade mineradora do sertão de Minas Gerais no início do século XIX.
PORTUGUES
LITERATURA BRASILEIRA
FICCAO
MINAS GERAIS
INICIO DO SECULO XIX
ROMANCE HISTORICO
LIVRO
EM BREVE TUDO SERA MISTERIO E CINZA - 1 ed. - 564P. 21CM.
No outono de 1825, o jovem joalheiro François Dumont e sua mulher Honorée abandonam o conforto da vida em Paris para embarcar numa viagem incerta rumo à Demarcação Diamantina, em Minas Gerais. Com o intuito de escapar das sombrias ameaças que pairam sobre sua família e alcançar uma prosperidade impossível em seu país de origem, François planeja enriquecer com a mineração de diamantes. Na jornada até o sertão mineiro, os imigrantes franceses deparam com uma bizarra sequência de presságios e encontros singulares. Avisados pelas autoridades locais de que a autorização para extrair diamantes nunca seria concedida a estrangeiros, os Dumont vão em busca do ouro mineiro, sem imaginar que as escaramuças da infame política local, dominada pelas famílias Silveira e Caldeira Brant, poderiam arruinar seus sonhos. A aventura dos franceses ainda se entrelaça à jornada de um casal de escravos, Marcos e Rosa. O jovem negro, seguido de sua fiel companheira, enfrenta as mais adversas condições para honrar um juramento feito em seu nome. Neste surpreendente romance de estreia, um narrador politicamente incorreto conduz o leitor aos grotões do Brasil, apresentando personagens e cenários numa prosa bem calibrada entre ficção e realidade. Transitando pela narrativa irônica, burlesca, trágica e solene, Alberto A. Reis traça um panorama bem-humorado da sociedade mineradora do sertão de Minas Gerais no início do século XIX.
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LITERATURA BRASILEIRA
FICCAO
MINAS GERAIS
INICIO DO SECULO XIX
ROMANCE HISTORICO
LIVRO