AINDA PRECISAMOS DA SALA DE AULA?: INOVACAO TECNOLOGICA, METODOLOGIAS DE ENSINO E DESENHO INSTITUCIONAL NAS FACULDADES DE DIREITO
GHIRARDI, JOSE GARCEZ
AINDA PRECISAMOS DA SALA DE AULA?: INOVACAO TECNOLOGICA, METODOLOGIAS DE ENSINO E DESENHO INSTITUCIONAL NAS FACULDADES DE DIREITO - 1 ed. - 92P.
O reconhecimento de que a globalização econômica, a sociedade de conhecimento e as novas tecnologias impactaram o ensino de qualquer área de conhecimento é pacífico. O diagnóstico de que o ensino tradicional do sistema jurídico romano-germânico é marcado pela produção de um conhecimento descritivo e sistemático dos institutos e normas jurídicas codificadas, que compõe uma formação formalista e dogmática do direito, ancorada no protagonismo docente e sustentada em aulas excessivamente expositivas, acolhido por Garcez no presente texto, fortalece a preocupação sobre a prática pedagógica historicamente desenvolvida nos cursos de Direito. Essas premissas têm mobilizado a discussão sobre novas práticas de ensino para a formação jurídica e ressaltado a importância de currículos que se preocupem com a formação de competências e habilidades e valorizem mais o protagonismo discente, além de fazerem uso de ferramentas atuais que considerem as novas tecnologias de ensino. Dessas premissas, também nasce a pergunta que Garcez se dispõe a responder, sobre se ainda faz sentido a sala de aula.
PORTUGUES
METODOLOGIA
ESTUDO E ENSINO
DIREITO
ENSINO SUPERIOR
INOVACAO TECNOLOGICA
GERAL
LIVRO ELETRONICO / EBOOK
AINDA PRECISAMOS DA SALA DE AULA?: INOVACAO TECNOLOGICA, METODOLOGIAS DE ENSINO E DESENHO INSTITUCIONAL NAS FACULDADES DE DIREITO - 1 ed. - 92P.
O reconhecimento de que a globalização econômica, a sociedade de conhecimento e as novas tecnologias impactaram o ensino de qualquer área de conhecimento é pacífico. O diagnóstico de que o ensino tradicional do sistema jurídico romano-germânico é marcado pela produção de um conhecimento descritivo e sistemático dos institutos e normas jurídicas codificadas, que compõe uma formação formalista e dogmática do direito, ancorada no protagonismo docente e sustentada em aulas excessivamente expositivas, acolhido por Garcez no presente texto, fortalece a preocupação sobre a prática pedagógica historicamente desenvolvida nos cursos de Direito. Essas premissas têm mobilizado a discussão sobre novas práticas de ensino para a formação jurídica e ressaltado a importância de currículos que se preocupem com a formação de competências e habilidades e valorizem mais o protagonismo discente, além de fazerem uso de ferramentas atuais que considerem as novas tecnologias de ensino. Dessas premissas, também nasce a pergunta que Garcez se dispõe a responder, sobre se ainda faz sentido a sala de aula.
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