IOGA PARA QUEM NAO ESTA NEM AI
DYER, GEOFF
IOGA PARA QUEM NAO ESTA NEM AI - 1 ed. - 228P. 21CM. BROCH.
TITULO ORIGINAL: YOGA FOR PEOPLE WHO CAN'T BE BOTHERED TO DO IT.
"Mapa rasgado e nada confiável" das andanças do britânico Geoff Dyer pelo mundo, Ioga para quem não está nem aí combina caderno de viagens com reflexões - muito bem-humoradas - sobre a modernidade. "Deriva horizontal", título do primeiro texto, define este livro quase indefinível, que não se encaixa nas classificações das estantes das livrarias e transita livremente entre a ficção e a não-ficção. Como cada capítulo se passa em um local diferente - Nova Orleans, Camboja, Bali, Tailândia, Líbia, Amsterdam, Roma, Paris, Detroit, Flórida, Nevada -, parece que estamos diante de um livro de viagens; porém, apesar dos vários destinos exóticos, há pouco turismo profissional nessa narrativa refinada, de humor britânico e introspecção blasée. Algumas páginas são "viagens" alucinantes e hilárias, regadas a cogumelos ou maconha, como as perambulações por Amsterdam e Paris; outras são viagens introspectivas, motivadas pela visão de ruínas romanas ou da deterioração urbana de uma cidade do alto capitalismo. E, ao longo de quase todas elas, corre um fio tênue que serve de amarração para os textos de outro modo independentes: o da viagem de busca, movida pela insatisfação de estar aqui e o desejo de estar em outro lugar, uma busca indefinida por alguma coisa essencial, profunda, de conciliação consigo mesmo e com o mundo.
PORTUGUES
VIAGENS
NARRATIVAS PESSOAIS
LIVRO
IOGA PARA QUEM NAO ESTA NEM AI - 1 ed. - 228P. 21CM. BROCH.
TITULO ORIGINAL: YOGA FOR PEOPLE WHO CAN'T BE BOTHERED TO DO IT.
"Mapa rasgado e nada confiável" das andanças do britânico Geoff Dyer pelo mundo, Ioga para quem não está nem aí combina caderno de viagens com reflexões - muito bem-humoradas - sobre a modernidade. "Deriva horizontal", título do primeiro texto, define este livro quase indefinível, que não se encaixa nas classificações das estantes das livrarias e transita livremente entre a ficção e a não-ficção. Como cada capítulo se passa em um local diferente - Nova Orleans, Camboja, Bali, Tailândia, Líbia, Amsterdam, Roma, Paris, Detroit, Flórida, Nevada -, parece que estamos diante de um livro de viagens; porém, apesar dos vários destinos exóticos, há pouco turismo profissional nessa narrativa refinada, de humor britânico e introspecção blasée. Algumas páginas são "viagens" alucinantes e hilárias, regadas a cogumelos ou maconha, como as perambulações por Amsterdam e Paris; outras são viagens introspectivas, motivadas pela visão de ruínas romanas ou da deterioração urbana de uma cidade do alto capitalismo. E, ao longo de quase todas elas, corre um fio tênue que serve de amarração para os textos de outro modo independentes: o da viagem de busca, movida pela insatisfação de estar aqui e o desejo de estar em outro lugar, uma busca indefinida por alguma coisa essencial, profunda, de conciliação consigo mesmo e com o mundo.
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