LIVRO DOS NOMES (O)
MACIEL, MARIA ESTHER, 1963-
LIVRO DOS NOMES (O) - 1 ed. - 170P. 21CM. BROCH.
Os vinte e seis capítulos deste livro sui generis, cada um deles correspondendo ao nome de um personagem, compõem um quebra-cabeça ficcional que aos poucos ganha forma e sentido na imaginação do leitor. Hildegarda, Fausto, Plínio, Odília, Ulisses, Vanessa - cada um é examinado detidamente num capítulo próprio e apresentado de modo parcial e oblíquo nos capítulos referentes a outros personagens. O resultado dessa soma - ou entrelaçamento - de pontos de vista é um painel narrativo vivo e cambiante como um caleidoscópio. Aqui, todos têm suas razões e sua loucura e cada destino refrata e matiza os outros. Organizando seus personagens em ordem alfabética, de Antônio a Zenóbia, Maria Esther Maciel joga com o formato dos dicionários de nomes, descobrindo ou inventando etimologias, erigindo crenças, teorias e clichês para dissipá-los logo em seguida. Parece dizer que a vida não cabe nas classificações, escapando sempre pelas entrelinhas. Narrativa elíptica, fragmentada e concisa, O livro dos nomes multiplica seus sentidos e seu alcance humano à medida que a leitura avança. O leitor participa ativamente da composição desse mosaico que, como a própria vida, nunca fica pronto.
PORTUGUES
LITERATURA BRASILEIRA
CONTOS
SECULO XXI
LIVRO
LIVRO DOS NOMES (O) - 1 ed. - 170P. 21CM. BROCH.
Os vinte e seis capítulos deste livro sui generis, cada um deles correspondendo ao nome de um personagem, compõem um quebra-cabeça ficcional que aos poucos ganha forma e sentido na imaginação do leitor. Hildegarda, Fausto, Plínio, Odília, Ulisses, Vanessa - cada um é examinado detidamente num capítulo próprio e apresentado de modo parcial e oblíquo nos capítulos referentes a outros personagens. O resultado dessa soma - ou entrelaçamento - de pontos de vista é um painel narrativo vivo e cambiante como um caleidoscópio. Aqui, todos têm suas razões e sua loucura e cada destino refrata e matiza os outros. Organizando seus personagens em ordem alfabética, de Antônio a Zenóbia, Maria Esther Maciel joga com o formato dos dicionários de nomes, descobrindo ou inventando etimologias, erigindo crenças, teorias e clichês para dissipá-los logo em seguida. Parece dizer que a vida não cabe nas classificações, escapando sempre pelas entrelinhas. Narrativa elíptica, fragmentada e concisa, O livro dos nomes multiplica seus sentidos e seu alcance humano à medida que a leitura avança. O leitor participa ativamente da composição desse mosaico que, como a própria vida, nunca fica pronto.
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