CRIME DO PADRE AMARO (O): TEXTO INTEGRAL
QUEIROZ, JOSE MARIA DE ECA DE, 1845-1900
CRIME DO PADRE AMARO (O): TEXTO INTEGRAL - 6 ed. - 358P. ILUS. FOTOS. 21CM. BROCH.
NOTAS DE RODAPE. COTEJADO COM A EDICAO CRITICA BASEADA NAS VERSOES DE 1875, 1876 E 1880, PORTO, LELLO & IRMAO-EDITORES, 1964. A ORTOGRAFIA DESTE TEXTO ENCONTRA-SE ATUALIZADA COM O SISTEMA ORTOGRAFICO VIGENTE, QUE FOI ESTABELECIDO PELO ACORDO DE 1943 E SOFREU AS ALTERACOES DA LEI Nº 5765, DE 1971. OS ERROS TIPOGRAFICOS EVIDENTES FORAM CORRIGIDOS. CONTEUDO: VIDA E OBRA DE ECA DE QUEIROS. A IRONIA DESNUDANDO A SOCIEDADE POR ALVARO CARDOS GOMES. 24P.
Grande marco do Realismo em Portugal, publicado originalmente em 1875, esta é a obra mais polêmica de Eça de Queirós. O autor adota um ponto de vista desapaixonado para narrar a história da infeliz Amélia, seduzida pelo inescrupuloso Amaro, que entra para o convento graças à imposição de uma nobre beata. Sem vocação alguma, o padre aceita o seu destino passivamente, mostrando absoluto desinteresse pela profissão que abraça sem entusiasmo, e termina pecando contra a castidade, traindo os votos proferidos na sua ordenação. Amélia, educada em um ambiente fervorosamente católico, acostuma-se a viver em um meio hipócrita. Sua atração pelo padre, pura paixão carnal que a desorienta e destrói, nasce da falta de referências morais e do desconhecimento completo do que seja o amor. Os burgueses, os aristocratas, os políticos, os sacerdotes são os vários componentes de um sistema social decadente e perverso. Os seres humanos não são indivíduos propriamente, mas temperamentos dominados pelo instinto e pelo meio social, que lhes determinam o modo de agir. Com irreverência e sarcasmo, Eça de Queirós tenta resgatar os valores que uma sociedade em declínio havia perdido.
PORTUGUES
PORTUGAL
FICCAO
CRITICA E INTERPRETACAO
LITERATURA PORTUGUESA
PERIODO DE REACAO
QUEIROZ, JOSE MARIA ECA DE, 1845-1900
QUEIROS, ECA DE
LIVRO
CRIME DO PADRE AMARO (O): TEXTO INTEGRAL - 6 ed. - 358P. ILUS. FOTOS. 21CM. BROCH.
NOTAS DE RODAPE. COTEJADO COM A EDICAO CRITICA BASEADA NAS VERSOES DE 1875, 1876 E 1880, PORTO, LELLO & IRMAO-EDITORES, 1964. A ORTOGRAFIA DESTE TEXTO ENCONTRA-SE ATUALIZADA COM O SISTEMA ORTOGRAFICO VIGENTE, QUE FOI ESTABELECIDO PELO ACORDO DE 1943 E SOFREU AS ALTERACOES DA LEI Nº 5765, DE 1971. OS ERROS TIPOGRAFICOS EVIDENTES FORAM CORRIGIDOS. CONTEUDO: VIDA E OBRA DE ECA DE QUEIROS. A IRONIA DESNUDANDO A SOCIEDADE POR ALVARO CARDOS GOMES. 24P.
Grande marco do Realismo em Portugal, publicado originalmente em 1875, esta é a obra mais polêmica de Eça de Queirós. O autor adota um ponto de vista desapaixonado para narrar a história da infeliz Amélia, seduzida pelo inescrupuloso Amaro, que entra para o convento graças à imposição de uma nobre beata. Sem vocação alguma, o padre aceita o seu destino passivamente, mostrando absoluto desinteresse pela profissão que abraça sem entusiasmo, e termina pecando contra a castidade, traindo os votos proferidos na sua ordenação. Amélia, educada em um ambiente fervorosamente católico, acostuma-se a viver em um meio hipócrita. Sua atração pelo padre, pura paixão carnal que a desorienta e destrói, nasce da falta de referências morais e do desconhecimento completo do que seja o amor. Os burgueses, os aristocratas, os políticos, os sacerdotes são os vários componentes de um sistema social decadente e perverso. Os seres humanos não são indivíduos propriamente, mas temperamentos dominados pelo instinto e pelo meio social, que lhes determinam o modo de agir. Com irreverência e sarcasmo, Eça de Queirós tenta resgatar os valores que uma sociedade em declínio havia perdido.
PORTUGUES
PORTUGAL
FICCAO
CRITICA E INTERPRETACAO
LITERATURA PORTUGUESA
PERIODO DE REACAO
QUEIROZ, JOSE MARIA ECA DE, 1845-1900
QUEIROS, ECA DE
LIVRO