CUS DE JUDAS (OS)
ANTUNES, ANTONIO LOBO, 1942-2026
CUS DE JUDAS (OS) - 1 ed. - 241P. 21CM. BROCH.
"O PRIMEIRO GRANDE ROMANCE SOBRE A GUERRA DA INDEPENDENCIA DE ANGOLA" - LE MATIN
Logo depois de voltar da guerra em Angola, António Lobo Antunes escreve Os cus de Judas sobre suas experiências naquele país. O romance se tornou um enorme sucesso, vindo a ser o primeiro grande livro sobre o conflito e a independência angolanos e uma referência histórica obrigatória. Numa narrativa não-linear e fragmentada, Lobo Antunes revela as inquietações existenciais de um ser humano, na indelével experiência de uma guerra, que se misturam às memórias de infância e juventude na Lisboa salazarista. O autor utiliza-se, na maior parte do romance, do fluxo de consciência e da associação de ideias, para construir a história e o perfil de seu narrador-protagonista, um personagem que, a partir de "uma dolorosa aprendizagem da agonia", vê sua vida e seus valores estilhaçados pela melancolia. O que lhe resta são fragmentos de memória - a criança que visitava com os pais o jardim zoológico aos domingos, o jovem que assiste impassível a seu futuro sendo traçado pela autoridade inquestionável de uma família salazarista, o adulto apático e frustrado diante da violência que lhe retira as rédeas e o sentido da vida. O leitor vai estar frente a frente com "decadência, putrefação, pestilência e morte. Adicionando canalhice, violência e insensatez".
PORTUGUES
FICCAO
SECULO XX
LITERATURA PORTUGUESA
LIVRO
CUS DE JUDAS (OS) - 1 ed. - 241P. 21CM. BROCH.
"O PRIMEIRO GRANDE ROMANCE SOBRE A GUERRA DA INDEPENDENCIA DE ANGOLA" - LE MATIN
Logo depois de voltar da guerra em Angola, António Lobo Antunes escreve Os cus de Judas sobre suas experiências naquele país. O romance se tornou um enorme sucesso, vindo a ser o primeiro grande livro sobre o conflito e a independência angolanos e uma referência histórica obrigatória. Numa narrativa não-linear e fragmentada, Lobo Antunes revela as inquietações existenciais de um ser humano, na indelével experiência de uma guerra, que se misturam às memórias de infância e juventude na Lisboa salazarista. O autor utiliza-se, na maior parte do romance, do fluxo de consciência e da associação de ideias, para construir a história e o perfil de seu narrador-protagonista, um personagem que, a partir de "uma dolorosa aprendizagem da agonia", vê sua vida e seus valores estilhaçados pela melancolia. O que lhe resta são fragmentos de memória - a criança que visitava com os pais o jardim zoológico aos domingos, o jovem que assiste impassível a seu futuro sendo traçado pela autoridade inquestionável de uma família salazarista, o adulto apático e frustrado diante da violência que lhe retira as rédeas e o sentido da vida. O leitor vai estar frente a frente com "decadência, putrefação, pestilência e morte. Adicionando canalhice, violência e insensatez".
PORTUGUES
FICCAO
SECULO XX
LITERATURA PORTUGUESA
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