ROMANCE DE FORMACAO: FUNARTE E POLITICA CULTURAL: 1976-1990
BOTELHO, ISAURA
ROMANCE DE FORMACAO: FUNARTE E POLITICA CULTURAL: 1976-1990 - 1 ed. - 279P. 21CM. BROCH.
NOTAS DE RODAPE. BIBLIOGRAFIA.
Na obra “Romance de Formação: Funarte e política cultural – 1976 – 1990” (FCRB – 2000) é um misto de estudos criterioso e testemunho entusiasta acerca de um experimento institucional inovador nos marcos da política cultural do regime militar em tempos de abertura. A Doutora em Ação Cultural e servidora do MinC e da Funarte, aposentada pela Biblioteca Nacional, Isaura Botelho, narra que nos anos 1970 e 80 a Funarte empregava recursos para ações artísticas em parcerias “bem enraizadas nas comunidades (universidades, bandas, etc.)” e identificava “interlocutores legítimos e capazes de reprocessar as dotações recebidas em atividade cultural pulsante”. A consultora, pesquisadora e professora acrescenta que, ao observar documentos, pode-se “acompanhar, no cotidiano de trabalho dos técnicos e dirigentes, o esforço reiterado de encontrar, a cada nova transição de mando, as racionalizações capazes de justificar a continuidade da instituição”.
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ROMANCE DE FORMACAO: FUNARTE E POLITICA CULTURAL: 1976-1990 - 1 ed. - 279P. 21CM. BROCH.
NOTAS DE RODAPE. BIBLIOGRAFIA.
Na obra “Romance de Formação: Funarte e política cultural – 1976 – 1990” (FCRB – 2000) é um misto de estudos criterioso e testemunho entusiasta acerca de um experimento institucional inovador nos marcos da política cultural do regime militar em tempos de abertura. A Doutora em Ação Cultural e servidora do MinC e da Funarte, aposentada pela Biblioteca Nacional, Isaura Botelho, narra que nos anos 1970 e 80 a Funarte empregava recursos para ações artísticas em parcerias “bem enraizadas nas comunidades (universidades, bandas, etc.)” e identificava “interlocutores legítimos e capazes de reprocessar as dotações recebidas em atividade cultural pulsante”. A consultora, pesquisadora e professora acrescenta que, ao observar documentos, pode-se “acompanhar, no cotidiano de trabalho dos técnicos e dirigentes, o esforço reiterado de encontrar, a cada nova transição de mando, as racionalizações capazes de justificar a continuidade da instituição”.
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