ASSASSINATO NA BIBLIOTECA
GOMES, HELENA MARIA, 1966-
ASSASSINATO NA BIBLIOTECA - 1 ed. - 254P. 21CM. BROCH.
Novo na cidade, sem conseguir aceitar a morte do pai e o novo casamento da mãe, Igor é o típico adolescente-problema. Em casa, vive trancado no quarto; na escola, tem dificuldade para se integrar com os colegas e passa a maior parte do tempo sozinho na biblioteca, para fugir da chatice das aulas. É justamente numa de suas manhãs na biblioteca vazia, quando na verdade deveria estar em sala, que Conceição, a bibliotecária, é assassinada. O cenário é perfeito para incriminar o menino desajustado. Para provar que não é o assassino, Igor conta com a ajuda de Lara, uma menina-fantasma que mora na biblioteca da escola, local onde foi assassinada, em 1970, período negro do regime militar, quando tinha apenas 14 anos. Alternando-se entre o crime ocorrido há 38 anos, quando Lara ia encontrar o irmão mais velho, estudante de filosofia da USP envolvido com o movimento estudantil, para entregar-lhe dinheiro para fugir, e os assassinatos que se sucedem à morte da bibliotecária, com reviravoltas a todo momento, “Assassinato na biblioteca” é um romance eletrizante que leva o jovem a refletir sobre a história recente do país, mostrando como a tortura e a repressão modificaram as vidas de milhares de pessoas. A autora aborda ainda questões que povoam o universo adolescente, como as dificuldades de relacionamento nas novas estruturas familiares, enquanto envolve o leitor numa atmosfera de suspense que tem um pé na realidade e outro na fantasia.
PORTUGUES
LITERATURA INFANTOJUVENIL
LITERATURA BRASILEIRA
LIVRO
ASSASSINATO NA BIBLIOTECA - 1 ed. - 254P. 21CM. BROCH.
Novo na cidade, sem conseguir aceitar a morte do pai e o novo casamento da mãe, Igor é o típico adolescente-problema. Em casa, vive trancado no quarto; na escola, tem dificuldade para se integrar com os colegas e passa a maior parte do tempo sozinho na biblioteca, para fugir da chatice das aulas. É justamente numa de suas manhãs na biblioteca vazia, quando na verdade deveria estar em sala, que Conceição, a bibliotecária, é assassinada. O cenário é perfeito para incriminar o menino desajustado. Para provar que não é o assassino, Igor conta com a ajuda de Lara, uma menina-fantasma que mora na biblioteca da escola, local onde foi assassinada, em 1970, período negro do regime militar, quando tinha apenas 14 anos. Alternando-se entre o crime ocorrido há 38 anos, quando Lara ia encontrar o irmão mais velho, estudante de filosofia da USP envolvido com o movimento estudantil, para entregar-lhe dinheiro para fugir, e os assassinatos que se sucedem à morte da bibliotecária, com reviravoltas a todo momento, “Assassinato na biblioteca” é um romance eletrizante que leva o jovem a refletir sobre a história recente do país, mostrando como a tortura e a repressão modificaram as vidas de milhares de pessoas. A autora aborda ainda questões que povoam o universo adolescente, como as dificuldades de relacionamento nas novas estruturas familiares, enquanto envolve o leitor numa atmosfera de suspense que tem um pé na realidade e outro na fantasia.
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