CIRANDA DAS MULHERES SABIAS (A): SER JOVEM ENQUANTO VELHA, VELHA ENQUANTO JOVEM
ESTES, CLARISSA PINKOLA
CIRANDA DAS MULHERES SABIAS (A): SER JOVEM ENQUANTO VELHA, VELHA ENQUANTO JOVEM - 1 ed. - 122P. 19CM. BROCH.
Todos nós, em especial todas nós, mulheres, temos uma avó, ou pelo menos uma representação de uma senhora, que nos inspira sabedoria, serenidade, confiança, cuidado, mas ao mesmo tempo coragem, ousadia, obstinação, intimidação. Essa imagem da grande mulher, ou grande mãe, habita em nosso imaginário, mas mais do que isso: habita em nós enquanto possibilidade de ser. O livro de Clarissa Pinkola Estés, mesma autora do best seller Mulheres que Correm com os Lobos, trata das qualidades da mulher que se permite “ser jovem enquanto velha, velha enquanto jovem”. Explico: a proposta é perceber que essas características não são exclusivas às senhoras matriarcas, nem morrem com elas; as qualidades que elas sustentam estiveram nas mulheres que vieram antes delas e igualmente estão nas jovens que vieram depois. A leitura, que é acolhedora como a comida de uma avó e aconchegante como o colo de uma mãe, convida as mulheres a viver plenamente, o que não significa não passar por dificuldades. Viver de verdade é, para a autora, se permitir, mesmo nas situações mais difíceis, ser a força que se está destinada a ser; viver desde o mais ordinário até os seus limites lembrando quem se é, usando o que verdadeiramente já se possui. O desafio de ser jovem enquanto velha, e velha enquanto jovem, é se sentir “abençoada apesar das hesitações, quedas, tempo perdido, certezas, perspicácias e mitificações, pois tudo isso é combustível para avançar”...
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MULHERES IDOSAS
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CIRANDA DAS MULHERES SABIAS (A): SER JOVEM ENQUANTO VELHA, VELHA ENQUANTO JOVEM - 1 ed. - 122P. 19CM. BROCH.
Todos nós, em especial todas nós, mulheres, temos uma avó, ou pelo menos uma representação de uma senhora, que nos inspira sabedoria, serenidade, confiança, cuidado, mas ao mesmo tempo coragem, ousadia, obstinação, intimidação. Essa imagem da grande mulher, ou grande mãe, habita em nosso imaginário, mas mais do que isso: habita em nós enquanto possibilidade de ser. O livro de Clarissa Pinkola Estés, mesma autora do best seller Mulheres que Correm com os Lobos, trata das qualidades da mulher que se permite “ser jovem enquanto velha, velha enquanto jovem”. Explico: a proposta é perceber que essas características não são exclusivas às senhoras matriarcas, nem morrem com elas; as qualidades que elas sustentam estiveram nas mulheres que vieram antes delas e igualmente estão nas jovens que vieram depois. A leitura, que é acolhedora como a comida de uma avó e aconchegante como o colo de uma mãe, convida as mulheres a viver plenamente, o que não significa não passar por dificuldades. Viver de verdade é, para a autora, se permitir, mesmo nas situações mais difíceis, ser a força que se está destinada a ser; viver desde o mais ordinário até os seus limites lembrando quem se é, usando o que verdadeiramente já se possui. O desafio de ser jovem enquanto velha, e velha enquanto jovem, é se sentir “abençoada apesar das hesitações, quedas, tempo perdido, certezas, perspicácias e mitificações, pois tudo isso é combustível para avançar”...
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