PACIENCIA DA ARANHA (A)
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TextPublisher: RIO DE JANEIRO RECORD 2011Edition: 1 edDescription: 236P. 21CM. BROCHSubject(s): Genre/Form: Online resources: Summary: Em “A paciência da aranha”, o comissário Montalbano triste e deprimido, atormentado por uma crise existencial, se pergunta: é possível um homem chegar ao fim de sua carreira e se rebelar contra tudo que lutou para manter? Convalescendo após um quase encontro com a morte em uma de suas aventuras anteriores, cuidado pela fiel e amada Lívia, reavalia suas crenças, a vida dedicada a uma justiça na qual não mais acredita cegamente. Em meio a divagações morais, percebe que os criminosos que ajudou a prender são infelizes vítimas de um sistema também imperfeito. E às vezes aquilo que ele acreditava correto era considerado errado pela justiça. Então, seria melhor seguir a lei ou a própria consciência? Montalbano é retirado desse auto-exame por um chamado de seus companheiros da força policial de Vigàta: uma moto fora roubada. Sem entender porque o perturbariam por tão pouco, o inspetor logo descobre que junto com o veículo foi levada a bela universitária que o conduzia, Suzanne Mistretta. Apesar dos telefonemas anônimos à família e uma foto da menina raptada, Montalbano acredita haver mais por trás do caso. E ele será o único capaz de encontrar o fio de uma teia tecida com paciência e crueldade.
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Livros
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Biblioteca Parque Erasmo Assunção | Biblioteca Parque Erasmo Assunção | 853.087292 C146p (Browse shelf(Opens below)) | Available | 370711 |
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Em “A paciência da aranha”, o comissário Montalbano triste e deprimido, atormentado por uma crise existencial, se pergunta: é possível um homem chegar ao fim de sua carreira e se rebelar contra tudo que lutou para manter? Convalescendo após um quase encontro com a morte em uma de suas aventuras anteriores, cuidado pela fiel e amada Lívia, reavalia suas crenças, a vida dedicada a uma justiça na qual não mais acredita cegamente. Em meio a divagações morais, percebe que os criminosos que ajudou a prender são infelizes vítimas de um sistema também imperfeito. E às vezes aquilo que ele acreditava correto era considerado errado pela justiça. Então, seria melhor seguir a lei ou a própria consciência? Montalbano é retirado desse auto-exame por um chamado de seus companheiros da força policial de Vigàta: uma moto fora roubada. Sem entender porque o perturbariam por tão pouco, o inspetor logo descobre que junto com o veículo foi levada a bela universitária que o conduzia, Suzanne Mistretta. Apesar dos telefonemas anônimos à família e uma foto da menina raptada, Montalbano acredita haver mais por trás do caso. E ele será o único capaz de encontrar o fio de uma teia tecida com paciência e crueldade.
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