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EDUCACAO CRITICA & UTOPIA: PERSPECTIVAS PARA O SECULO XXI

Contributor(s): Material type: TextPublisher: SAO PAULO CORTEZ 2006Edition: 1 edDescription: 231P. 23CM. BROCHOther title:
  • EDUCACAO CRITICA E UTOPIA: PERSPECTIVAS PARA O SECULO 21
Subject(s): Genre/Form: Online resources: Summary: Este livro convida-nos a examinar cuidadosamente as ligações entre ficção e política em Educação, levando em consideração a importância da noção de utopia no contexto da teoria social e explorando novos desenvolvimentos na Sociologia da Educação. Como pesquisadores e educadores, estamos convictos de que o presente não pode ser a medida da felicidade, porque a felicidade é simplesmente a coleção de imagens que se dissipa com a distância e se distorce com a proximidade. Mais ainda, estamos convictos de que uma utopia é aquele horizonte no sentido do qual damos dois passos para ficar mais próximos, enquanto ele se move dois passos à frente. Damos, de novo, mais dois passos para nos aproximarmos, e ele volta a mover-se dois passos à frente. Que uso é então este de utopia, esse prodígio que não se alcança? A resposta, pensamos, é tão simples como isto: ajuda-nos a andar com perspicácia nesta amálgama de política e ficção, não somente nas narrativas mais também na prática.
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PORTUGUES

NOTAS DE RODAPE. REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS. NOTAS SOBRE OS AUTORES.

Este livro convida-nos a examinar cuidadosamente as ligações entre ficção e política em Educação, levando em consideração a importância da noção de utopia no contexto da teoria social e explorando novos desenvolvimentos na Sociologia da Educação. Como pesquisadores e educadores, estamos convictos de que o presente não pode ser a medida da felicidade, porque a felicidade é simplesmente a coleção de imagens que se dissipa com a distância e se distorce com a proximidade. Mais ainda, estamos convictos de que uma utopia é aquele horizonte no sentido do qual damos dois passos para ficar mais próximos, enquanto ele se move dois passos à frente. Damos, de novo, mais dois passos para nos aproximarmos, e ele volta a mover-se dois passos à frente. Que uso é então este de utopia, esse prodígio que não se alcança? A resposta, pensamos, é tão simples como isto: ajuda-nos a andar com perspicácia nesta amálgama de política e ficção, não somente nas narrativas mais também na prática.

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