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HISTORIAS HORRIPILANTES DEMAIS PARA SE CONTAR NO ACAMPAMENTO

By: Contributor(s): Material type: TextPublisher: RIO DE JANEIRO ROCCO JOVENS LEITORES 2003Edition: 1 edDescription: 139P. 19CM. BROCHSubject(s): Genre/Form: Online resources: Summary: Rafa fez questão de esquecer o outro acampamento. Ainda que estivesse perdido no meio da floresta, e de saber que aquelas não eram as companhias dos seus sonhos, resolveu que não entraria em pânico. Assim começa “Histórias horripilantes demais para se contar no acampamento” mais uma aventura de Tom B. Stone para a série Escola do Terror. Logo todos estavam cercados por uma muralha de árvores e não tinham deixado nem pegadas para que alguém pudesse encontrá-los. No fundo era preciso ser muito maluco para continuar seguindo uma trilha que não levava a lugar algum. Isso até surgir aquela casa. Quem abriu a porta foi uma mulher comum, com cabelos curtos, olhos penetrantes, que confessou adorar contar histórias. Quando não sabia, inventava. Propôs que cada um criasse a sua, de preferência bem assustadora, e, contasse, como fazia no acampamento. Se gostasse talvez deixasse todos irem embora. Se gostasse? Aquilo era uma ameaça?
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Livros Biblioteca Nair Lacerda Biblioteca Nair Lacerda 028.5 ST72h (Browse shelf(Opens below)) Available 383048

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Rafa fez questão de esquecer o outro acampamento. Ainda que estivesse perdido no meio da floresta, e de saber que aquelas não eram as companhias dos seus sonhos, resolveu que não entraria em pânico. Assim começa “Histórias horripilantes demais para se contar no acampamento” mais uma aventura de Tom B. Stone para a série Escola do Terror. Logo todos estavam cercados por uma muralha de árvores e não tinham deixado nem pegadas para que alguém pudesse encontrá-los. No fundo era preciso ser muito maluco para continuar seguindo uma trilha que não levava a lugar algum. Isso até surgir aquela casa. Quem abriu a porta foi uma mulher comum, com cabelos curtos, olhos penetrantes, que confessou adorar contar histórias. Quando não sabia, inventava. Propôs que cada um criasse a sua, de preferência bem assustadora, e, contasse, como fazia no acampamento. Se gostasse talvez deixasse todos irem embora. Se gostasse? Aquilo era uma ameaça?

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