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POESIA COMPLETA DE ALVARO DE CAMPOS

By: Contributor(s): Material type: TextPublisher: SAO PAULO COMPANHIA DE BOLSO 2010Edition: 1 edDescription: 589P. 18CM. BROCHSubject(s): Genre/Form: Online resources: Summary: Álvaro de Campos era o heterônimo mais escandaloso e febril de Fernando Pessoa (1888-1935). O poeta português dizia que os versos de Campos lhe ocorriam quando ele sentia um impulso indefinível para escrever. Sua poesia explosiva pôs abaixo as formas tradicionais do lirismo e da poesia parnasiana e simbolista. Alguns dos mais conhecidos versos do heterônimo expressam essa crise artística e de identidade do homem moderno: "Não sou nada./ Nunca serei nada./ Não posso querer ser nada./ À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo". Fortemente influenciado pelo futurismo italiano, Campos foi o poeta que cantou o fascínio moderno pelas máquinas. Mas, como escreve o poeta e crítico Sérgio Alcides na orelha do volume, "ele é todo contradições: futurista que ironiza o progresso, modernista encharcado de nostalgia, ateu lamentando a fé perdida, cético ansiando por visões que nunca se dão". Poesia, de Álvaro de Campos, reúne a produção completa do poeta, que vai de 1914 até 1935, e inclui textos inéditos e revistos. A organização de Teresa Rita Lopes segue as indicações do próprio Fernando Pessoa, que previu um livro só com os poemas de Álvaro de Campos.
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Livros Biblioteca Cecília Meireles Biblioteca Cecília Meireles 869.17 P439p (Browse shelf(Opens below)) Available 389927

PORTUGUES

2ª REIMPRESSAO. NOTAS. POSFACIO. INCLUI INDICE DOS PRIMEIROS VERSOS. DADOS BIOGRAFICOS DO AUTOR.

Álvaro de Campos era o heterônimo mais escandaloso e febril de Fernando Pessoa (1888-1935). O poeta português dizia que os versos de Campos lhe ocorriam quando ele sentia um impulso indefinível para escrever. Sua poesia explosiva pôs abaixo as formas tradicionais do lirismo e da poesia parnasiana e simbolista. Alguns dos mais conhecidos versos do heterônimo expressam essa crise artística e de identidade do homem moderno: "Não sou nada./ Nunca serei nada./ Não posso querer ser nada./ À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo". Fortemente influenciado pelo futurismo italiano, Campos foi o poeta que cantou o fascínio moderno pelas máquinas. Mas, como escreve o poeta e crítico Sérgio Alcides na orelha do volume, "ele é todo contradições: futurista que ironiza o progresso, modernista encharcado de nostalgia, ateu lamentando a fé perdida, cético ansiando por visões que nunca se dão". Poesia, de Álvaro de Campos, reúne a produção completa do poeta, que vai de 1914 até 1935, e inclui textos inéditos e revistos. A organização de Teresa Rita Lopes segue as indicações do próprio Fernando Pessoa, que previu um livro só com os poemas de Álvaro de Campos.

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