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TRES CASAMENTOS

By: Contributor(s): Material type: TextPublisher: SAO PAULO ATUAL 2013Edition: 1 edDescription: 94P. ILUS. 23CM. BROCHOther title:
  • QUEM CASA, QUER CASA ; ATE QUE A VIDA NOS SEPARE ; FARSA DE INES PEREIRA ; 3 CASAMENTOS
Subject(s): Genre/Form: Online resources: Summary: Em Três casamentos, diferentes casamentos são apresentados de forma irônica e bem-humorada. Em cena, figuras como a sogra palpiteira e mandona, noivas reclamonas que querem mudar de vida com o matrimônio, noivos que não querem saber de trabalho, maridos, esposas, ex-maridos, ex-esposas... “Mais vale um asno que me carregue do que um cavalo que me derrube”; “Quem casa, quer casa longe de casa”; “Se casamento fosse bom não precisava de testemunhas” – esses são os provérbios que servem de ponto de partida para as três peças teatrais da obra. A Farsa de Inês Pereira, escrita por Gil Vicente, se passa em Portugal em 1523 e traz a história da jovem Inês Pereira, cansada da vida de solteira e de ser “refém de agulha e de linha”. Rejeita um pretendente rico, mas simplório, para se casar com outro, “boa prosa e divertido”, que se revela ser um péssimo marido. Quem casa, quer casa, escrita por Martins Pena, no Brasil, século XIX, mostra como a vida de uma família se transforma numa grande confusão quando os filhos se casam, mas continuam a viver com os pais por não terem como se sustentar. Até que a vida nos separe, peça contemporânea de Alexandre Azevedo, foi escrita em 16 esquetes, apresenta situações variadas sobre os problemas da vida a dois e da separação.
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PORTUGUES

1ª TIRAGEM. CONTEUDO: FARSA DE INES PEREIRA / GIL VICENTE ; QUEM CASA, QUER CASA / MARTINS PENA ; ATE QUE A VIDA NOS SEPARE / ALEXANDRE AZEVEDO.

Em Três casamentos, diferentes casamentos são apresentados de forma irônica e bem-humorada. Em cena, figuras como a sogra palpiteira e mandona, noivas reclamonas que querem mudar de vida com o matrimônio, noivos que não querem saber de trabalho, maridos, esposas, ex-maridos, ex-esposas... “Mais vale um asno que me carregue do que um cavalo que me derrube”; “Quem casa, quer casa longe de casa”; “Se casamento fosse bom não precisava de testemunhas” – esses são os provérbios que servem de ponto de partida para as três peças teatrais da obra. A Farsa de Inês Pereira, escrita por Gil Vicente, se passa em Portugal em 1523 e traz a história da jovem Inês Pereira, cansada da vida de solteira e de ser “refém de agulha e de linha”. Rejeita um pretendente rico, mas simplório, para se casar com outro, “boa prosa e divertido”, que se revela ser um péssimo marido. Quem casa, quer casa, escrita por Martins Pena, no Brasil, século XIX, mostra como a vida de uma família se transforma numa grande confusão quando os filhos se casam, mas continuam a viver com os pais por não terem como se sustentar. Até que a vida nos separe, peça contemporânea de Alexandre Azevedo, foi escrita em 16 esquetes, apresenta situações variadas sobre os problemas da vida a dois e da separação.

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