FLOR DO CERRADO: BRASILIA
Material type:
TextPublisher: SAO PAULO COMPANHIA DAS LETRINHAS 2009Edition: 1 edDescription: 79P. 21CM. BROCHSubject(s): Genre/Form: Online resources: Summary: Flor do cerrado: Brasília é a estréia de Ana Miranda na literatura infanto-juvenil. Depois de publicar, pela Companhia das Letras, seis romances, uma novela e um volume de contos, ela se volta para as lembranças de sua infância e narra a inesquecível construção de uma nova capital para o país, em meados dos anos 50. Na inauguração, a autora tinha oito anos. Sua relação com Brasília é bastante especial: o pai dela, engenheiro, participou da construção da cidade, erguida em tempo recorde pelo presidente Juscelino Kubitschek. Antes de narrar essa epopeia, a autora relata a história de sua família e recupera as controvérsias que cercaram a mudança da capital desde a época colonial até a escolha do lugar definitivo. As dificuldades da vida num imenso canteiro de obras, o ritmo vertiginoso com que se abriam ruas e se levantavam prédios, as formas da arquitetura de Oscar Niemeyer e as festividades de inauguração, em 1960, são algumas das passagens que se encontram misturadas às observações de uma garota que assistiu a tudo bem de perto. As ilustrações de Maria Eugênia e o material iconográfico reproduzido no livro - fotos, documentos, até mesmo um "Diploma de Testemunha da Inauguração de Brasília" - reconstituem um grande momento da vida brasileira. Ao final, um apêndice elaborado pela autora traz detalhes das biografias de alguns dos principais personagens desta história.
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Livros
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Biblioteca Vila Humaitá | Biblioteca Vila Humaitá | 028.5 M672f (Browse shelf(Opens below)) | Available | 392186 |
PORTUGUES
4ª IMPRESSAO
Flor do cerrado: Brasília é a estréia de Ana Miranda na literatura infanto-juvenil. Depois de publicar, pela Companhia das Letras, seis romances, uma novela e um volume de contos, ela se volta para as lembranças de sua infância e narra a inesquecível construção de uma nova capital para o país, em meados dos anos 50. Na inauguração, a autora tinha oito anos. Sua relação com Brasília é bastante especial: o pai dela, engenheiro, participou da construção da cidade, erguida em tempo recorde pelo presidente Juscelino Kubitschek. Antes de narrar essa epopeia, a autora relata a história de sua família e recupera as controvérsias que cercaram a mudança da capital desde a época colonial até a escolha do lugar definitivo. As dificuldades da vida num imenso canteiro de obras, o ritmo vertiginoso com que se abriam ruas e se levantavam prédios, as formas da arquitetura de Oscar Niemeyer e as festividades de inauguração, em 1960, são algumas das passagens que se encontram misturadas às observações de uma garota que assistiu a tudo bem de perto. As ilustrações de Maria Eugênia e o material iconográfico reproduzido no livro - fotos, documentos, até mesmo um "Diploma de Testemunha da Inauguração de Brasília" - reconstituem um grande momento da vida brasileira. Ao final, um apêndice elaborado pela autora traz detalhes das biografias de alguns dos principais personagens desta história.
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