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ANTOLOGIA

By: Contributor(s): Material type: TextPublisher: PORTO ALEGRE L&PM 2003Edition: 1 edDescription: 240P. 17CM. BROCHSubject(s): Genre/Form: Online resources: Summary: Gregório de Matos e Guerra (1636-1695), temido e reverenciado na Bahia setecentista, conhecido como 'O Boca do Inferno', é o autor de uma poesia ferina e virulenta, sempre pronta a atacar os poderosos, os moralistas, os dogmas e os 'bons costumes'. É também o melhor exemplo do estilo barroco na literatura brasileira, e atingiu uma importância estética que supera a mera curiosidade sobre a vida da sua época. Por isso, até hoje sua obra permanece como uma das mais malditas e rebeldes da história da literatura brasileira. É o que comprova esta antologia poética cuidadosamente organizada e anotada por Higino Barros.Gregório de Matos nasceu em Portugal e formou-se pela Universidade de Coimbra. Reveses da vida trouxeram-no para a Bahia, quando já beirava os cinquenta anos. Suas invectivas sobre desafetos pessoais e políticos valeram-lhe uma deportação para Angola, de onde voltou para, um ano após, morrer, em Recife.
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PORTUGUES

NOTA DE RODAPE.

Gregório de Matos e Guerra (1636-1695), temido e reverenciado na Bahia setecentista, conhecido como 'O Boca do Inferno', é o autor de uma poesia ferina e virulenta, sempre pronta a atacar os poderosos, os moralistas, os dogmas e os 'bons costumes'. É também o melhor exemplo do estilo barroco na literatura brasileira, e atingiu uma importância estética que supera a mera curiosidade sobre a vida da sua época. Por isso, até hoje sua obra permanece como uma das mais malditas e rebeldes da história da literatura brasileira. É o que comprova esta antologia poética cuidadosamente organizada e anotada por Higino Barros.Gregório de Matos nasceu em Portugal e formou-se pela Universidade de Coimbra. Reveses da vida trouxeram-no para a Bahia, quando já beirava os cinquenta anos. Suas invectivas sobre desafetos pessoais e políticos valeram-lhe uma deportação para Angola, de onde voltou para, um ano após, morrer, em Recife.

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