CONTRAPONTO
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TextPublisher: SAO PAULO ABRIL CULTURAL 1971Edition: 1 edDescription: 445P. 21CM. ENCSubject(s): Genre/Form: Online resources: Summary: Do mesmo autor de “Admirável mundo novo”, um dos maiores clássicos da literatura do século XX, este Contraponto surpreenderá o leitor que espera outra ficção científica, ou um mundo tecnologicamente distante do nosso. Entretanto, confirmará vários dos elementos que estão em Admirável, e que foram tão caros a Aldous Huxley: o desencontro entre as pessoas, a frieza nas relações, a dificuldade de expressão, e o mundo avassalador que incita os homens, e os afastam. Afora o cenário árido dos sentimentos, sempre a mesma esperança de Huxley, um tanto melancólica, de que o as pessoas, finalmente, se encontrem. Publicado em 1930 e presente em várias listas dos Cem melhores romances do século XX, o livro é um retrato da sociedade decadente, que passa a forçadamente rever seus valores quando a aristocracia e o dinheiro “antigo” já não mais sustentam a imagem de uma sociedade ideal. “Contraponto” é um mosaico de personagens, agrupados em núcleos, que vão de uma aristocracia decadente a ricos emergentes na sociedade inglesa do início do século XX. E, neste cenário, abre-se todo espaço para que Huxley, a partir das relações entre as personagens, teça como que um grande ensaio sobre os valores morais e éticos, a ciência, a religião, a arte. Cada um desses elementos é personificado por uma ou mais personagens, e como numa sinfonia, é possível ir discernindo cada uma das pequenas melodias que a compõem.
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Livros
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Biblioteca Nair Lacerda | Biblioteca Nair Lacerda | 823.9 H982c (Browse shelf(Opens below)) | Available | 329551 |
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NOTAS DE RODAPE
Do mesmo autor de “Admirável mundo novo”, um dos maiores clássicos da literatura do século XX, este Contraponto surpreenderá o leitor que espera outra ficção científica, ou um mundo tecnologicamente distante do nosso. Entretanto, confirmará vários dos elementos que estão em Admirável, e que foram tão caros a Aldous Huxley: o desencontro entre as pessoas, a frieza nas relações, a dificuldade de expressão, e o mundo avassalador que incita os homens, e os afastam. Afora o cenário árido dos sentimentos, sempre a mesma esperança de Huxley, um tanto melancólica, de que o as pessoas, finalmente, se encontrem. Publicado em 1930 e presente em várias listas dos Cem melhores romances do século XX, o livro é um retrato da sociedade decadente, que passa a forçadamente rever seus valores quando a aristocracia e o dinheiro “antigo” já não mais sustentam a imagem de uma sociedade ideal. “Contraponto” é um mosaico de personagens, agrupados em núcleos, que vão de uma aristocracia decadente a ricos emergentes na sociedade inglesa do início do século XX. E, neste cenário, abre-se todo espaço para que Huxley, a partir das relações entre as personagens, teça como que um grande ensaio sobre os valores morais e éticos, a ciência, a religião, a arte. Cada um desses elementos é personificado por uma ou mais personagens, e como numa sinfonia, é possível ir discernindo cada uma das pequenas melodias que a compõem.
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