FLORESTA E O ESTRANGEIRO (A)
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TextPublisher: SAO PAULO COMPANHIA DAS LETRINHAS 2000Edition: 1 edDescription: 47P. ILUS. 26CM. BROCHSubject(s): Genre/Form: Online resources: Summary: Alberto Martins, poeta e artista plástico, reuniu neste livro desenhos e guaches de um grande pintor: Lasar Segall. Nascido em 1885, na Rússia, em 1923 Segall radicou-se em São Paulo, onde morreu em 1957. Quando se transferiu para cá, deu a seus quadros cores mais fortes, "para captar a luz dos trópicos e fixar os novos tipos humanos na paisagem"; depois de conhecer a região de Campos do Jordão, incorporou à sua obra "as curvas das montanhas e as retas das araucárias".Brincando com as palavras e olhando as imagens de Segall - florestas, flores, bichos e figuras humanas que esta edição reproduz com todo o seu colorido -, Alberto Martins nos conta como se sente um estrangeiro numa terra que não é a sua: "Como dizer/ Bom-dia, boa-noite,/ Até-logo, obrigado,/ Se em cada lugar/ As palavras mudam de significado?". Lasar Segall passou a usar em seus quadros cores que eles ainda não tinham na Rússia. De certa forma, foi uma maneira de dizer que sua nova terra já não era estranha
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Livros
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Biblioteca Cecília Meireles | Biblioteca Cecília Meireles | 028.5 M366f (Browse shelf(Opens below)) | Available | 432150 |
PORTUGUES
1ª REIMPRESSAO. POEMAS A PARTIR DE AQUARELAS E GUACHES DE LASAR SEGALL. PROJETO GRAFICO DE HELIO DE ALMEIDA.
Alberto Martins, poeta e artista plástico, reuniu neste livro desenhos e guaches de um grande pintor: Lasar Segall. Nascido em 1885, na Rússia, em 1923 Segall radicou-se em São Paulo, onde morreu em 1957. Quando se transferiu para cá, deu a seus quadros cores mais fortes, "para captar a luz dos trópicos e fixar os novos tipos humanos na paisagem"; depois de conhecer a região de Campos do Jordão, incorporou à sua obra "as curvas das montanhas e as retas das araucárias".Brincando com as palavras e olhando as imagens de Segall - florestas, flores, bichos e figuras humanas que esta edição reproduz com todo o seu colorido -, Alberto Martins nos conta como se sente um estrangeiro numa terra que não é a sua: "Como dizer/ Bom-dia, boa-noite,/ Até-logo, obrigado,/ Se em cada lugar/ As palavras mudam de significado?". Lasar Segall passou a usar em seus quadros cores que eles ainda não tinham na Rússia. De certa forma, foi uma maneira de dizer que sua nova terra já não era estranha
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