IDEOLOGIA NO LIVRO DIDATICO
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TextPublisher: SAO PAULO CORTEZ 2005Edition: 15 edDescription: 101P. 17 CM. BROCHSubject(s): Genre/Form: Online resources: Summary: No início dos anos 1980, eram raros os estudos sobre o livro didático. O livro de Ana Lúcia inovou discutindo sua pesquisa numa abordagem marxista e visão histórico-social. Com 16 edições já lançadas, esta obra continua contribuindo para a formação docente. Que contribuição era essa? Já não havia então uma ideologia de gênero patriarcal, burguesa, machista? Os livros didáticos já não excluíam as mulheres e as meninas negras e não negras de seus ditos conteúdos programáticos? Com base em uma “ameaça” aos fundamentos da família burguesa por uma “ideologia de gênero”, grupos retrógrados e moralistas promovem campanhas para a retirada dos conteúdos escolares sobre a diversidade sexual, de gênero e etnorracial, tentando afirmar hierarquias sociais e a desigualdade entre homens e mulheres. Fruto de demanda dos movimentos sociais e ancorado no princípio de que as diferenças não são sinônimo de desigualdade, não são naturais, mas construídas socialmente, essa discussão nos livros didáticos e na escola contribui com uma pedagogia antirracista e antissexista para a superação das desigualdades sociais. A presente edição traz um importante prefácio de Décio Saes.
| Item type | Current library | Home library | Call number | Status | Barcode | |
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Livros
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Biblioteca Nair Lacerda | Biblioteca Nair Lacerda | 306.43 F225i (Browse shelf(Opens below)) | Available | 409443 |
PORTUGUES
NA CAPA: EDUCACAO. INCLUI BIBLIOGRAFIA.
No início dos anos 1980, eram raros os estudos sobre o livro didático. O livro de Ana Lúcia inovou discutindo sua pesquisa numa abordagem marxista e visão histórico-social. Com 16 edições já lançadas, esta obra continua contribuindo para a formação docente. Que contribuição era essa? Já não havia então uma ideologia de gênero patriarcal, burguesa, machista? Os livros didáticos já não excluíam as mulheres e as meninas negras e não negras de seus ditos conteúdos programáticos? Com base em uma “ameaça” aos fundamentos da família burguesa por uma “ideologia de gênero”, grupos retrógrados e moralistas promovem campanhas para a retirada dos conteúdos escolares sobre a diversidade sexual, de gênero e etnorracial, tentando afirmar hierarquias sociais e a desigualdade entre homens e mulheres. Fruto de demanda dos movimentos sociais e ancorado no princípio de que as diferenças não são sinônimo de desigualdade, não são naturais, mas construídas socialmente, essa discussão nos livros didáticos e na escola contribui com uma pedagogia antirracista e antissexista para a superação das desigualdades sociais. A presente edição traz um importante prefácio de Décio Saes.
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