AMANUENSE BELMIRO (O): ROMANCE
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TextPublisher: RIO DE JANEIRO); MEC (RIO DE JANEIRO); INL (RIO DE JANEIRO JOSE OLYMPIO 1971Edition: 7 edDescription: XX, 187P. ILUS. 19CM. BROCHSubject(s): Genre/Form: Online resources: Summary: Publicado em 1937, vem despertando enorme interesse da crítica e dos leitores, o que atestam suas inúmeras reedições e a extensa bibliografia a respeito do livro, produzida pelos principais críticos literários do Brasil desde sua publicação até hoje. O narrador se propõe, no início, a contar as suas memórias, um livro sentimental, não um romance, mas lentamente o presente desliza para o primeiro plano e as memórias iniciais se transformam num “esboço de livro” para, então, ele se tornar um “diário”, que cobre pouco mais de um ano – 1935 – da vida de um amanuense, Belmiro. Belmiro é um funcionário, solteiro, introvertido. O livro retrata sua vida cotidiana, as suas confissões, o seu mundo provinciano, o grupo de amigos, a rotina de um burocrata que procura seu ritmo. O livro nasceu em 1937, de uma crônica que Cyro dos Anjos escrevia para A Tribuna , de Belo Horizonte, sob o pseudônimo de Belmiro Borba.
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Livros
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Biblioteca Nair Lacerda | Biblioteca Nair Lacerda | F AN58a (Browse shelf(Opens below)) | Available | 268342 |
PORTUGUES
BIOBIBLIOGRAFIA. BIBLIOGRAFIA DO AUTOR
Publicado em 1937, vem despertando enorme interesse da crítica e dos leitores, o que atestam suas inúmeras reedições e a extensa bibliografia a respeito do livro, produzida pelos principais críticos literários do Brasil desde sua publicação até hoje. O narrador se propõe, no início, a contar as suas memórias, um livro sentimental, não um romance, mas lentamente o presente desliza para o primeiro plano e as memórias iniciais se transformam num “esboço de livro” para, então, ele se tornar um “diário”, que cobre pouco mais de um ano – 1935 – da vida de um amanuense, Belmiro. Belmiro é um funcionário, solteiro, introvertido. O livro retrata sua vida cotidiana, as suas confissões, o seu mundo provinciano, o grupo de amigos, a rotina de um burocrata que procura seu ritmo. O livro nasceu em 1937, de uma crônica que Cyro dos Anjos escrevia para A Tribuna , de Belo Horizonte, sob o pseudônimo de Belmiro Borba.
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