SOU DONA DA MINHA ALMA: O SEGREDO DE VIRGINIA WOOLF
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TextPublisher: RIO DE JANEIRO BERTRAND BRASIL 2011Edition: 1 edDescription: 416P. 23CMSubject(s): Genre/Form: Online resources: Summary: O mais próximo que existe de uma autobiografia da escritora e ensaísta britânica.Poucos anos antes do suicídio, Virginia Woolf tentou deter a própria vida na memória ao invés de escrever sua autobiografia. E logo se deu conta de que o projeto lhe escapava. Afloravam em sua mente impressões de sons e imagens, sensações auditivas e táteis que remontavam à infância. No tocante às recordações, entretanto, era inundada de dúvidas, de incertezas quanto a seu conteúdo de verdade. De todo modo, não eram mais suas: ela as emprestara aos personagens de seus romances. Sua própria vida estava literalmente vertida em sua obra. Assim, deteve-se, desistiu, convencida de que aquilo que recordava não serviria para reconstruir "Virginia".Somente Nadia Fusini, exímia estudiosa e intérprete da escritora inglesa, podia assumir a tarefa arriscada de escrever não a biografia, mas um longo, erudito e envolvente relato ao vivo, que, como ressarcimento à inexistente autobiografia de Virginia, apresenta a originalíssima invenção de uma escrita da vida como aventura da alma. Fazendo falar o diário, os romances, as cartas e os fragmentos de memórias, recria-se em Sou dona da minha alma todo o mundo de Virginia Woolf: da Kensington natal, vitoriana e burguesa à vida nova no bairro boêmio de Bloomsbury; da batalha feminista ao pacifismo às posições revolucionárias sobre a literatura, a arte, a ética. Nadia Fusini nos guia rumo ao segredo de Virginia Woolf.
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Livros
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Biblioteca Nair Lacerda | Biblioteca Nair Lacerda | B W883f (Browse shelf(Opens below)) | Available | 419464 |
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O mais próximo que existe de uma autobiografia da escritora e ensaísta britânica.Poucos anos antes do suicídio, Virginia Woolf tentou deter a própria vida na memória ao invés de escrever sua autobiografia. E logo se deu conta de que o projeto lhe escapava. Afloravam em sua mente impressões de sons e imagens, sensações auditivas e táteis que remontavam à infância. No tocante às recordações, entretanto, era inundada de dúvidas, de incertezas quanto a seu conteúdo de verdade. De todo modo, não eram mais suas: ela as emprestara aos personagens de seus romances. Sua própria vida estava literalmente vertida em sua obra. Assim, deteve-se, desistiu, convencida de que aquilo que recordava não serviria para reconstruir "Virginia".Somente Nadia Fusini, exímia estudiosa e intérprete da escritora inglesa, podia assumir a tarefa arriscada de escrever não a biografia, mas um longo, erudito e envolvente relato ao vivo, que, como ressarcimento à inexistente autobiografia de Virginia, apresenta a originalíssima invenção de uma escrita da vida como aventura da alma. Fazendo falar o diário, os romances, as cartas e os fragmentos de memórias, recria-se em Sou dona da minha alma todo o mundo de Virginia Woolf: da Kensington natal, vitoriana e burguesa à vida nova no bairro boêmio de Bloomsbury; da batalha feminista ao pacifismo às posições revolucionárias sobre a literatura, a arte, a ética. Nadia Fusini nos guia rumo ao segredo de Virginia Woolf.
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