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DO QUE E FEITO O PENSAMENTO: A LINGUA COMO JANELA PARA A NATUREZA HUMANA

By: Material type: TextPublisher: SAO PAULO COMPANHIA DAS LETRAS 2008Edition: 1 edDescription: 561P. 23CMSubject(s): Genre/Form: Online resources: Summary: Combinando alguns de seus livros anteriores como O instinto da linguagem (1994) e Como a mente funciona (1998), Steven Pinker encontra na linguagem uma janela para uma possível explicação da natureza humana. O autor, tido pela revista Time em 2004 como uma das cem pessoas mais influentes do mundo, parte de verbos, pronomes e substantivos para - com a munição de exemplos e citações curiosas e surpreendentes, que vão de Shakespeare e Brecht a Paul McCartney e Groucho Marx - chegar à explicação de que matéria é feito o pensamento. Com elegância e bom humor, Pinker seleciona situações as mais corriqueiras para exemplificar seus reveladores pontos de vista. O momento em que o motorista é parado na estrada por estar em alta velocidade é uma delas. Pinker mostra que a construção do discurso para tentar subornar o guarda pode ser bastante reveladora da forma como construímos nossos pensamentos, assim como da maneira como colocamos nossas emoções em jogo. O mesmo vale para a sedução: como explicitar suas intenções sem melindrar sua (seu) acompanhante? Entrando com segurança na longa discussão científica sobre o que é ou não inato às nossas mentes, ou o que vem com o nascimento e o que é adquirido culturalmente, Pinker argumenta que temos, ao abrir os olhos pela primeira vez, um esqueleto básico de noções envolvendo espaço, tempo e causalidade, ao qual vão se adicionando os tijolos do aprendizado contínuo.
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PORTUGUES

INCLUI BIBLIOGRAFIA E INDICE.

Combinando alguns de seus livros anteriores como O instinto da linguagem (1994) e Como a mente funciona (1998), Steven Pinker encontra na linguagem uma janela para uma possível explicação da natureza humana. O autor, tido pela revista Time em 2004 como uma das cem pessoas mais influentes do mundo, parte de verbos, pronomes e substantivos para - com a munição de exemplos e citações curiosas e surpreendentes, que vão de Shakespeare e Brecht a Paul McCartney e Groucho Marx - chegar à explicação de que matéria é feito o pensamento. Com elegância e bom humor, Pinker seleciona situações as mais corriqueiras para exemplificar seus reveladores pontos de vista. O momento em que o motorista é parado na estrada por estar em alta velocidade é uma delas. Pinker mostra que a construção do discurso para tentar subornar o guarda pode ser bastante reveladora da forma como construímos nossos pensamentos, assim como da maneira como colocamos nossas emoções em jogo. O mesmo vale para a sedução: como explicitar suas intenções sem melindrar sua (seu) acompanhante? Entrando com segurança na longa discussão científica sobre o que é ou não inato às nossas mentes, ou o que vem com o nascimento e o que é adquirido culturalmente, Pinker argumenta que temos, ao abrir os olhos pela primeira vez, um esqueleto básico de noções envolvendo espaço, tempo e causalidade, ao qual vão se adicionando os tijolos do aprendizado contínuo.

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