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EMOCAO E A REGRA (A): OS GRUPOS CRIATIVOS NA EUROPA DE 1850 A 1950

Contributor(s): Material type: TextPublisher: BRASILIA); JOSE OLYMPIO (RIO DE JANEIRO ED. UNB 1999Edition: 8 edDescription: 419P. ILUS. 23CM. BROCHSubject(s): Genre/Form: Online resources: Summary: A emoção e a regra, do grande do sociólogo do trabalho Domenico De Masi, analisa as estratégias e as formas organizacionais que tornaram possíveis treze experiências extraordinárias de idealização coletiva, mostrando como esses grupos conseguiram conciliar aspectos aparentemente dispares, sem abrir mão da eficiência. A criatividade é o maior capital dos países ricos. Eles vivem, literalmente, de ter idéias. Os Estados Unidos são a primeira potência do mundo não só porque detêm a maior força militar do planeta, mas porque geram todos os anos mais patentes industriais e direitos autorais do que o Japão e a Europa juntos. Há pouco tempo, a revista americana Time publicou uma reportagem de capa sobre a chamada inteligência emocional – aquela qualidade desprezada no tempo em que a razão era associada à produção em série, à sincronização de movimentos, à hierarquização e compartimentalização de funções. Muito antes, Domenico de Masi,, já demonstrava, em A emoção e a regra, que a criatividade é, no mundo da produção, a filha dileta de um equilíbrio delicado entre razão e emoção, entre fantasia e senso prático. Poucas pessoas conjugam em si, como fazia Michelangelo, racionalidade, fantasia, capacidade de concretização e emotividade fecunda. No passado, a genialidade de alguns poucos era capaz de condicionar movimentos históricos, como o Renascimento. Hoje, são equipes preparadas e motivadas que determinam a sorte dos empreendimentos mais notáveis.
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PORTUGUES

TRADUCAO DE: L'EMOZIONE E LA REGOLA: I GRUPPI IN EUROPA DAL 1850 AL 1950. BIBLIOGRAFIA: P. [405]-419

A emoção e a regra, do grande do sociólogo do trabalho Domenico De Masi, analisa as estratégias e as formas organizacionais que tornaram possíveis treze experiências extraordinárias de idealização coletiva, mostrando como esses grupos conseguiram conciliar aspectos aparentemente dispares, sem abrir mão da eficiência. A criatividade é o maior capital dos países ricos. Eles vivem, literalmente, de ter idéias. Os Estados Unidos são a primeira potência do mundo não só porque detêm a maior força militar do planeta, mas porque geram todos os anos mais patentes industriais e direitos autorais do que o Japão e a Europa juntos. Há pouco tempo, a revista americana Time publicou uma reportagem de capa sobre a chamada inteligência emocional – aquela qualidade desprezada no tempo em que a razão era associada à produção em série, à sincronização de movimentos, à hierarquização e compartimentalização de funções. Muito antes, Domenico de Masi,, já demonstrava, em A emoção e a regra, que a criatividade é, no mundo da produção, a filha dileta de um equilíbrio delicado entre razão e emoção, entre fantasia e senso prático. Poucas pessoas conjugam em si, como fazia Michelangelo, racionalidade, fantasia, capacidade de concretização e emotividade fecunda. No passado, a genialidade de alguns poucos era capaz de condicionar movimentos históricos, como o Renascimento. Hoje, são equipes preparadas e motivadas que determinam a sorte dos empreendimentos mais notáveis.

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