MOCOS CANTAM & OUTRAS CRONICAS SOBRE MUSICA (OS)
Material type:
TextPublisher: BELO HORIZONTE AUTENTICA 2016Edition: 1 edDescription: 224P. 22CM. BROCHSubject(s): Genre/Form: Online resources: Summary: Seria preciso outro livro para falar sobre a importância deste Os moços cantam & outras crônicas sobre música , organizado por Carlos Didier, reunião de textos em que Rubem Braga enaltece nossa música e seus artistas. No livro, um monumento, afirma-se tanto o Sabiá como nosso maior cronista quanto a importância do trabalho incansável de Didier, que já nos presenteou com a biografia clássica de Noel Rosa, em parceria com João Máximo, e o livro que me trouxe de volta Orestes Barbosa, meu vizinho em Paquetá. Talvez tamanha sensibilidade na escolha dos textos se deva ao fato pouco divulgado de o – permitam-me tomar posse dele em nome do Rio – nosso Didier ser musicólogo, violonista, compositor... Na verdadeira aventura, e ventura!, de viajar pelas páginas deste barco, bonde, bicicleta, pipa no alto, balão tangerina, percorremos a cidade junto com Noel Rosa, Vadico, Caymmi, cantando pela primeira vez “Rosas, rosas, rosas...” no Zicartola, Monsueto, Antônio Maria, Fernando Lobo, Vinicius, Sérgio Porto, Marino Pinto, Ataulfo... O Rio e, por extensão, o Brasil revivem noites gloriosas (“Agora é tarde para dormir cedo”)... Chão e céu cheios de estrelas que não morrem. Rubem Braga é como Eros no poema de Auden, em memória de Freud: um “construtor de cidades”, cidades de sonho onde reluz o Rio de Janeiro. A crônica “Não me diga adeus” dá o tom, sol maior, do livro: “nem tudo está perdido neste país”..."
| Item type | Current library | Home library | Call number | Status | Barcode | |
|---|---|---|---|---|---|---|
Livros
|
Biblioteca Nair Lacerda | Biblioteca Nair Lacerda | 869.945 B73m (Browse shelf(Opens below)) | Available | 420334 |
PORTUGUES
Rubem Braga ; Organização Carlos Didier.
Seria preciso outro livro para falar sobre a importância deste Os moços cantam & outras crônicas sobre música , organizado por Carlos Didier, reunião de textos em que Rubem Braga enaltece nossa música e seus artistas. No livro, um monumento, afirma-se tanto o Sabiá como nosso maior cronista quanto a importância do trabalho incansável de Didier, que já nos presenteou com a biografia clássica de Noel Rosa, em parceria com João Máximo, e o livro que me trouxe de volta Orestes Barbosa, meu vizinho em Paquetá. Talvez tamanha sensibilidade na escolha dos textos se deva ao fato pouco divulgado de o – permitam-me tomar posse dele em nome do Rio – nosso Didier ser musicólogo, violonista, compositor... Na verdadeira aventura, e ventura!, de viajar pelas páginas deste barco, bonde, bicicleta, pipa no alto, balão tangerina, percorremos a cidade junto com Noel Rosa, Vadico, Caymmi, cantando pela primeira vez “Rosas, rosas, rosas...” no Zicartola, Monsueto, Antônio Maria, Fernando Lobo, Vinicius, Sérgio Porto, Marino Pinto, Ataulfo... O Rio e, por extensão, o Brasil revivem noites gloriosas (“Agora é tarde para dormir cedo”)... Chão e céu cheios de estrelas que não morrem. Rubem Braga é como Eros no poema de Auden, em memória de Freud: um “construtor de cidades”, cidades de sonho onde reluz o Rio de Janeiro. A crônica “Não me diga adeus” dá o tom, sol maior, do livro: “nem tudo está perdido neste país”..."
There are no comments on this title.