CEREBRO RELATIVISTICO (O): COMO ELE FUNCIONA E POR QUE ELE NAO PODE SER SIMULADO POR UMA MAQUINA DE TURING
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TextPublisher: NATAL KIOS PRESS 2015Edition: 1 edDescription: 114P. ILUS. 23CM. BROCHSubject(s): Genre/Form: Online resources: Summary: Nessa monografia, um matemático e um neurocientista juntam as suas forças para abordar uma das questões mais críticas e controversas da ciência moderna: os computadores digitais podem simular as funções mais elaboradas do cérebro humano? Combinando argumentos matemáticos, computacionais, neurobiológicos e evolucionários, Ronald Cicurel e Miguel Nicolelis categoricamente refutam a hipótese de que uma máquina de Turing, não importa quão sofisticada, poderá um dia realizar tal simulação. Como parte do seu argumento, os autores propõem uma nova teoria para descrever o funcionamento do sistema nervoso humano: o cérebro relativístico. Essa teoria explica décadas de descobertas e achados neurofisiológicos e psicológicos que desafiam o dogma dominante da neurociência. No seu todo, esta monografia contém o manifesto inaugural de um movimento que visa resgatar a singularidade da natureza humana e negar a legitimidade de estimativas pseudo-científicas de que a substituição de seres humanos por máquinas é iminente. Na opinião dos autores, a crença de que máquinas digitais podem simular todos os comportamentos humanos define uma das maiores ameaças que a sociedade enfrentará no futuro na sua tentativa de preservar a nossa forma de viver, a cultura humana e a nossa liberdade.
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Livros
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Biblioteca Nair Lacerda | Biblioteca Nair Lacerda | 003.5 C485c (Browse shelf(Opens below)) | Available | 420917 |
PORTUGUES
Nessa monografia, um matemático e um neurocientista juntam as suas forças para abordar uma das questões mais críticas e controversas da ciência moderna: os computadores digitais podem simular as funções mais elaboradas do cérebro humano? Combinando argumentos matemáticos, computacionais, neurobiológicos e evolucionários, Ronald Cicurel e Miguel Nicolelis categoricamente refutam a hipótese de que uma máquina de Turing, não importa quão sofisticada, poderá um dia realizar tal simulação. Como parte do seu argumento, os autores propõem uma nova teoria para descrever o funcionamento do sistema nervoso humano: o cérebro relativístico. Essa teoria explica décadas de descobertas e achados neurofisiológicos e psicológicos que desafiam o dogma dominante da neurociência. No seu todo, esta monografia contém o manifesto inaugural de um movimento que visa resgatar a singularidade da natureza humana e negar a legitimidade de estimativas pseudo-científicas de que a substituição de seres humanos por máquinas é iminente. Na opinião dos autores, a crença de que máquinas digitais podem simular todos os comportamentos humanos define uma das maiores ameaças que a sociedade enfrentará no futuro na sua tentativa de preservar a nossa forma de viver, a cultura humana e a nossa liberdade.
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