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DISCURSO DAS MIDIAS

By: Contributor(s): Material type: TextPublisher: SAO PAULO CONTEXTO 2012Edition: 2 edDescription: 285P. 23CMSubject(s): Genre/Form: Online resources: Summary: As mídias nos manipulam? Acusações não faltam: sensacionalistas, deformadoras de declarações, descontextualizadas, a serviço de rumores. Em sua defesa, as mídias declaram-se instância de denúncia do poder e destacam sua atuação no direito democrático que todo cidadão tem de se informar. Fugindo ao maniqueísmo, com um olhar profundo de especialista em análise de discurso, e baseado em inúmeros exemplos, Charaudeau destrincha a complexa máquina midiática: as restrições, as especificidades de cada gênero, os modos de organização e as estratégias de encenação em funcionamento no discurso da informação. Questiona as práticas do "mostrar a qualquer preço", do "tornar visível o invisível" e do "selecionar o que é o mais surpreendente", que proporcionam uma imagem fragmentada do espaço público. E, finalmente, traça um paralelo entre a responsabilidade das mídias e a do cidadão.
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Livros Biblioteca Nair Lacerda Biblioteca Nair Lacerda 302.23 C371d (Browse shelf(Opens below)) Available 421086

PORTUGUES

TRADUCAO DE: LES MEDIAS ET L'INFORMATION : L'IMPOSSIBLE TRANSPARENCE DU DISCOURS 1ª REIMPRESSAO.

As mídias nos manipulam? Acusações não faltam: sensacionalistas, deformadoras de declarações, descontextualizadas, a serviço de rumores. Em sua defesa, as mídias declaram-se instância de denúncia do poder e destacam sua atuação no direito democrático que todo cidadão tem de se informar. Fugindo ao maniqueísmo, com um olhar profundo de especialista em análise de discurso, e baseado em inúmeros exemplos, Charaudeau destrincha a complexa máquina midiática: as restrições, as especificidades de cada gênero, os modos de organização e as estratégias de encenação em funcionamento no discurso da informação. Questiona as práticas do "mostrar a qualquer preço", do "tornar visível o invisível" e do "selecionar o que é o mais surpreendente", que proporcionam uma imagem fragmentada do espaço público. E, finalmente, traça um paralelo entre a responsabilidade das mídias e a do cidadão.

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