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MULHERES QUE AMAM DEMAIS

By: Contributor(s): Material type: TextPublisher: SAO PAULO ARX 2006Edition: 1 edDescription: 303P. 21CM. BROCHSubject(s): Genre/Form: Online resources: Summary: “Mulheres que amam demais” é mais que uma obra de autoajuda: é um verdadeiro manual de sobrevivência para quem não sabe, mas está em um relacionamento destrutivo, comprometendo o bem-estar emocional e, até mesmo, o físico. O livro de Robin Norwood ensina que amar demais não é normal, saudável ou desejável. Mais que isso, traça o caminho para sair de uma armadilha perigosa - a de se viciar em relações que nada têm de benéficas, mas são expressões de um padrão de comportamento enraizado dentro de cada mulher que ama demais. Segundo Norwood, uma ex-psicoterapeuta familiar e infantil com grande experiência no tratamento de dependentes de álcool e drogas, amar demais é um vício: a necessidade de desejar e precisar de um parceiro que é inadequado, indisponível ou indiferente, sendo incapaz de abrir mão dele. A razão? Medo, puro e simples, de ser abandonada, de ficar sozinha, de não conseguir mudar aquele homem problemático. Sim, porque para a autora, a síndrome de “amar demais”, com seus pensamentos, sentimentos e reações, tem como uma das características o fato de que as mulheres que se enquadram nessa categoria tentam “salvar” seus parceiros, ou seja, acreditam que, se amados e cuidados, esses homens mudarão graças a e por mulheres tão extraordinárias - elas mesmas.
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Livros Biblioteca Nair Lacerda Biblioteca Nair Lacerda 155.633 N837mu (Browse shelf(Opens below)) Available 422619

PORTUGUES

28ª IMPRESSAO.

“Mulheres que amam demais” é mais que uma obra de autoajuda: é um verdadeiro manual de sobrevivência para quem não sabe, mas está em um relacionamento destrutivo, comprometendo o bem-estar emocional e, até mesmo, o físico. O livro de Robin Norwood ensina que amar demais não é normal, saudável ou desejável. Mais que isso, traça o caminho para sair de uma armadilha perigosa - a de se viciar em relações que nada têm de benéficas, mas são expressões de um padrão de comportamento enraizado dentro de cada mulher que ama demais. Segundo Norwood, uma ex-psicoterapeuta familiar e infantil com grande experiência no tratamento de dependentes de álcool e drogas, amar demais é um vício: a necessidade de desejar e precisar de um parceiro que é inadequado, indisponível ou indiferente, sendo incapaz de abrir mão dele. A razão? Medo, puro e simples, de ser abandonada, de ficar sozinha, de não conseguir mudar aquele homem problemático. Sim, porque para a autora, a síndrome de “amar demais”, com seus pensamentos, sentimentos e reações, tem como uma das características o fato de que as mulheres que se enquadram nessa categoria tentam “salvar” seus parceiros, ou seja, acreditam que, se amados e cuidados, esses homens mudarão graças a e por mulheres tão extraordinárias - elas mesmas.

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