ALQUIMIA SECRETA DO HOMEM
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TextPublisher: SAO PAULO GLOBAL C1969Edition: 1 edDescription: 167P. 21CM. BROCHSubject(s): Genre/Form: Online resources: Summary: 'A AMBIÇÃO dos alquimistas foi sempre a de conseguir ter maior afinidade com o Criador, com o Pai, para poderseguir o seu método característico, a transmutação. Nada se faz de um só vez; tudo necessita de uma evolução. E o lavrador e o jardineiro sabem que o milagre só se realiza pelo veículo do tempo; o transcendental é plantar, pois as flores e os frutos são obra da constância e da transmutação de energias em um avance incansável. Por isso diz a Bíblia que Deus necessita de sete dias para a criação do mundo, assim como sete eram as pragas do Egito. Mas, por que sempre sete? Porque o sete é sempre a soma do triângulo mais o quadrado; conceito dos três corpos e os quatro elementos e é o todo e todas as coisas, manifestados no número místico dos sete poderes principais. O sete é um homem de pé, dividido ao meio em seus poderes superiores e inferiores, representando o equilíbrio da cabeça que deve ser sempre mais forte que o tronco e as extremidades. Em algarismos romanos está ele expresso com um yoni e dois lingans e simboliza o equilíbrio em três.'
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Livros
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Biblioteca Nair Lacerda | Biblioteca Nair Lacerda | 149.3 M364al (Browse shelf(Opens below)) | Available | 259739 |
PORTUGUES
'A AMBIÇÃO dos alquimistas foi sempre a de conseguir ter maior afinidade com o Criador, com o Pai, para poderseguir o seu método característico, a transmutação. Nada se faz de um só vez; tudo necessita de uma evolução. E o lavrador e o jardineiro sabem que o milagre só se realiza pelo veículo do tempo; o transcendental é plantar, pois as flores e os frutos são obra da constância e da transmutação de energias em um avance incansável. Por isso diz a Bíblia que Deus necessita de sete dias para a criação do mundo, assim como sete eram as pragas do Egito. Mas, por que sempre sete? Porque o sete é sempre a soma do triângulo mais o quadrado; conceito dos três corpos e os quatro elementos e é o todo e todas as coisas, manifestados no número místico dos sete poderes principais. O sete é um homem de pé, dividido ao meio em seus poderes superiores e inferiores, representando o equilíbrio da cabeça que deve ser sempre mais forte que o tronco e as extremidades. Em algarismos romanos está ele expresso com um yoni e dois lingans e simboliza o equilíbrio em três.'
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