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CANOAS E MAROLAS: [PREGUICA]

By: Material type: TextPublisher: RIO DE JANEIRO OBJETIVA 1999Edition: 1 edDescription: 105P. ILUS. 23CMSubject(s): Genre/Form: Online resources: Summary: Dos pecados capitais, a preguiça é aparentemente um dos mais inofensivos. Será mesmo? Não é a interpretação de João Gilberto Noll, um dos mais importantes autores da literatura brasileira contemporânea. Em CANOAS E MAROLAS, quinto volume da coleção Plenos Pecados, ele apresenta uma visão original e intrigante deste pecado _ a apatia surge como condição extremamente reveladora de nossa existência nos dias de hoje. O escritor escolheu como cenário uma ilha. Uma ilha como tantas outras, com o cheiro acre do mar impregnando corpos e almas. Um lugar onde se alinhavam sonhos, rotinas, desesperos. Nesta ilha ancora um homem, que procura a filha que nunca chegou a conhecer _ Marta, conseqüência de um amor fugidio, sobre a qual sabe muito pouco. Apenas que é estudante de medicina e trabalha com doentes terminais. Neste texto denso e poético, escrito durante temporada numa praia isolada de Santa Catarina, Noll propõe uma metáfora do desalento que inunda nossa época.
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Livros Biblioteca Nair Lacerda Biblioteca Nair Lacerda 869.935 N72c (Browse shelf(Opens below)) Available 434634

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IMAGEM: LEDA CATUNDA

Dos pecados capitais, a preguiça é aparentemente um dos mais inofensivos. Será mesmo? Não é a interpretação de João Gilberto Noll, um dos mais importantes autores da literatura brasileira contemporânea. Em CANOAS E MAROLAS, quinto volume da coleção Plenos Pecados, ele apresenta uma visão original e intrigante deste pecado _ a apatia surge como condição extremamente reveladora de nossa existência nos dias de hoje. O escritor escolheu como cenário uma ilha. Uma ilha como tantas outras, com o cheiro acre do mar impregnando corpos e almas. Um lugar onde se alinhavam sonhos, rotinas, desesperos. Nesta ilha ancora um homem, que procura a filha que nunca chegou a conhecer _ Marta, conseqüência de um amor fugidio, sobre a qual sabe muito pouco. Apenas que é estudante de medicina e trabalha com doentes terminais. Neste texto denso e poético, escrito durante temporada numa praia isolada de Santa Catarina, Noll propõe uma metáfora do desalento que inunda nossa época.

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