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TOMIE: CEREJEIRAS NA NOITE

By: Contributor(s): Material type: TextPublisher: SAO PAULO COMPANHIA DAS LETRINHAS 2006Edition: 1 edDescription: 64P. ILUS. 21CM. BROCHSubject(s): Genre/Form: Online resources: Summary: Tomie Ohtake nasceu em Kioto, cidade que um dia foi capital do Japão e abrigou imperadores, cortesãos e muitos artistas. A cidade tem inúmeras coleções de livros feitos em rolos de papel, e uma imensidão de telas e leques com pinturas preciosas. Tem também quatro tipos de teatro, que são populares até hoje, muitos templos e palácios. É ainda repleta de bambu, planta que em japonês se chama "ohtake". Tomie viveu em Kioto por vinte e dois anos. Um dia veio visitar o irmão Masutaro que vivia no Brasil e gostou do país: no Japão não podia estudar pintura, a mãe a obrigava a fazer aulas de cerimônia do chá e de arranjos florais, enquanto aqui os hábitos não eram tão rígidos e as mulheres podiam ter uma profissão. Ana Miranda narra a história de Tomie com as palavras e o ritmo da artista. Em parceria, elas nos apresentam as histórias da família Ohtake e da infância de Tomie - as doenças, a escola, as férias na praia e o dia-a-dia no Japão -, assim como os costumes japoneses - os penteados e os relacionamentos, as casas e a religião, as festas e as comidas, os ideogramas e o haicai. Depois, com a vinda de Tomie ao Brasil, conhecemos um pouco da história da imigração japonesa, da São Paulo da década de 30, da experiência do Japão na Segunda Guerra Mundial e do caminho que Tomie trilhou na pintura. Tomie é um dos maiores nomes da arte contemporânea; ela continua a pintar, "pinta as coisas abstratas do Japão com a alegria do Brasil".
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Livros Biblioteca Nair Lacerda Biblioteca Nair Lacerda B OH7m (Browse shelf(Opens below)) Available 303552

PORTUGUES

ESCRITO POR ANA MIRANDA SOBRE DEPOIMENTO DE TOMIE OHTAKE. SUMARIO. BIBLIOGRAFIA. CREDITO DAS IMAGENS

Tomie Ohtake nasceu em Kioto, cidade que um dia foi capital do Japão e abrigou imperadores, cortesãos e muitos artistas. A cidade tem inúmeras coleções de livros feitos em rolos de papel, e uma imensidão de telas e leques com pinturas preciosas. Tem também quatro tipos de teatro, que são populares até hoje, muitos templos e palácios. É ainda repleta de bambu, planta que em japonês se chama "ohtake". Tomie viveu em Kioto por vinte e dois anos. Um dia veio visitar o irmão Masutaro que vivia no Brasil e gostou do país: no Japão não podia estudar pintura, a mãe a obrigava a fazer aulas de cerimônia do chá e de arranjos florais, enquanto aqui os hábitos não eram tão rígidos e as mulheres podiam ter uma profissão. Ana Miranda narra a história de Tomie com as palavras e o ritmo da artista. Em parceria, elas nos apresentam as histórias da família Ohtake e da infância de Tomie - as doenças, a escola, as férias na praia e o dia-a-dia no Japão -, assim como os costumes japoneses - os penteados e os relacionamentos, as casas e a religião, as festas e as comidas, os ideogramas e o haicai. Depois, com a vinda de Tomie ao Brasil, conhecemos um pouco da história da imigração japonesa, da São Paulo da década de 30, da experiência do Japão na Segunda Guerra Mundial e do caminho que Tomie trilhou na pintura. Tomie é um dos maiores nomes da arte contemporânea; ela continua a pintar, "pinta as coisas abstratas do Japão com a alegria do Brasil".

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