CUS DE JUDAS (OS): 1ª PARTE
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TextPublisher: SAO PAULO FUND. DORINA NOWILL 2007Edition: 1 edDescription: V.1 31CM. BROCHSubject(s): Genre/Form: Online resources: Summary: Logo depois de voltar da guerra em Angola, António Lobo Antunes escreve Os cus de Judas sobre suas experiências naquele país. O romance se tornou um enorme sucesso, vindo a ser o primeiro grande livro sobre o conflito e a independência angolanos e uma referência histórica obrigatória. Numa narrativa não-linear e fragmentada, Lobo Antunes revela as inquietações existenciais de um ser humano, na indelével experiência de uma guerra, que se misturam às memórias de infância e juventude na Lisboa salazarista. O autor utiliza-se, na maior parte do romance, do fluxo de consciência e da associação de ideias, para construir a história e o perfil de seu narrador-protagonista, um personagem que, a partir de "uma dolorosa aprendizagem da agonia", vê sua vida e seus valores estilhaçados pela melancolia. O que lhe resta são fragmentos de memória - a criança que visitava com os pais o jardim zoológico aos domingos, o jovem que assiste impassível a seu futuro sendo traçado pela autoridade inquestionável de uma família salazarista, o adulto apático e frustrado diante da violência que lhe retira as rédeas e o sentido da vida. O leitor vai estar frente a frente com "decadência, putrefação, pestilência e morte. Adicionando canalhice, violência e insensatez".
| Item type | Current library | Home library | Call number | Status | Barcode | |
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Livros
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Biblioteca Nair Lacerda | Biblioteca Nair Lacerda | F AN89c 1ª PARTE (Browse shelf(Opens below)) | Available | 304521 |
PORTUGUES
IMPRESSAO BRAILLE EM 4 PARTES, DA 1ª EDICAO, 2003, AUTORIZADA PELA EDITORA OBJETIVA.
Logo depois de voltar da guerra em Angola, António Lobo Antunes escreve Os cus de Judas sobre suas experiências naquele país. O romance se tornou um enorme sucesso, vindo a ser o primeiro grande livro sobre o conflito e a independência angolanos e uma referência histórica obrigatória. Numa narrativa não-linear e fragmentada, Lobo Antunes revela as inquietações existenciais de um ser humano, na indelével experiência de uma guerra, que se misturam às memórias de infância e juventude na Lisboa salazarista. O autor utiliza-se, na maior parte do romance, do fluxo de consciência e da associação de ideias, para construir a história e o perfil de seu narrador-protagonista, um personagem que, a partir de "uma dolorosa aprendizagem da agonia", vê sua vida e seus valores estilhaçados pela melancolia. O que lhe resta são fragmentos de memória - a criança que visitava com os pais o jardim zoológico aos domingos, o jovem que assiste impassível a seu futuro sendo traçado pela autoridade inquestionável de uma família salazarista, o adulto apático e frustrado diante da violência que lhe retira as rédeas e o sentido da vida. O leitor vai estar frente a frente com "decadência, putrefação, pestilência e morte. Adicionando canalhice, violência e insensatez".
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