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AMANHA E OUTRO DIA

By: Contributor(s): Material type: TextPublisher: SAO PAULO CIRCULO DO LIVRO 1989Edition: 4 edDescription: 306P. 22CM. CARTSubject(s): Genre/Form: Online resources: Summary: Viena, março de 1945, últimos meses da Segunda Guerra Mundial. Três mulheres, três homens e uma menininha se veem presos em um abrigo subterrâneo. Lá fora, um bombardeio destrói tudo ao redor e os deixa isolados pelos escombros. O grupo não poderia ser mais heterogêneo: uma grávida e sua filha pequena, uma senhora idosa muito religiosa, uma jovem artista, um padre alcoólatra que perdeu a fé em Deus, um jovem soldado e um químico. O que os une é o sonho de liberdade. Mas como chegar a um consenso sobre o que fazer para sair dessa situação, uma vez que cada um deles tem uma opinião diversa sobre que atitude tomar? Esperar, mesmo tendo uma grávida no grupo? Explodir a parede, mesmo com o risco de morrerem na explosão? Cavar incansavelmente? O que seria menos arriscado? Nesse confinamento forçado, os sentimentos são levados ao limite. Em “Amanhã é outro dia” (1948), o escritor austríaco J.M. Simmel (1924-2009) criou um microcosmo da sociedade exaurida pelo combate. Amor e ódio, bondade e violência, confiança e medo, simplicidade e fanatismo: esses e outros sentimentos se digladiam nos preciosos minutos em que o grupo luta para sobreviver – sentimentos de um continente extenuado pela insanidade da guerra.
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O AUTOR E SUA OBRA

Viena, março de 1945, últimos meses da Segunda Guerra Mundial. Três mulheres, três homens e uma menininha se veem presos em um abrigo subterrâneo. Lá fora, um bombardeio destrói tudo ao redor e os deixa isolados pelos escombros. O grupo não poderia ser mais heterogêneo: uma grávida e sua filha pequena, uma senhora idosa muito religiosa, uma jovem artista, um padre alcoólatra que perdeu a fé em Deus, um jovem soldado e um químico. O que os une é o sonho de liberdade. Mas como chegar a um consenso sobre o que fazer para sair dessa situação, uma vez que cada um deles tem uma opinião diversa sobre que atitude tomar? Esperar, mesmo tendo uma grávida no grupo? Explodir a parede, mesmo com o risco de morrerem na explosão? Cavar incansavelmente? O que seria menos arriscado? Nesse confinamento forçado, os sentimentos são levados ao limite. Em “Amanhã é outro dia” (1948), o escritor austríaco J.M. Simmel (1924-2009) criou um microcosmo da sociedade exaurida pelo combate. Amor e ódio, bondade e violência, confiança e medo, simplicidade e fanatismo: esses e outros sentimentos se digladiam nos preciosos minutos em que o grupo luta para sobreviver – sentimentos de um continente extenuado pela insanidade da guerra.

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