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MACHADO DE ASSIS AFRO-DESCENDENTE: ESCRITOS DE CARAMUJO (ANTOLOGIA)

By: Contributor(s): Material type: TextPublisher: RIO DE JANEIRO); CRISALIDA (BELO HORIZONTE PALLAS 2007Edition: 2 edDescription: 294P. 21CM. BROCHSubject(s): Genre/Form: Online resources: Summary: Mulato, neto de escravos alforriado, nascido livre no morro de Livramento, no Rio de janeiro, em 1839; órfão, na adolescência trabalha como balconista e operário gráfico; autodidata, passa da oficina à redação e, daí, ao emprego público e á literatura. Considerado um dos maiores escritores da língua Portuguesa, Machado de Assis é acusado de aburguesamento, de negação de suas origens e omissão perante os dramas sociais do seu tempo, especialmente a escravidão. No entanto seus escritos contradizem a tese absenteísta. E deixa evidente, que sob disfarces e dissimulações, tanto cronista como poeta ou genial ficcionista valeram-se de uma linguagem sofisticada para, assumindo o lugar do Outro, fazer a crítica de regime e da classe que mantinha. Esta reunião de textos convida o leitor a reavaliar o posicionamento machadiano em relação à escravidão e ás relações inter-raciais existentes no Brasil do século XIX.
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Livros Biblioteca Nair Lacerda Biblioteca Nair Lacerda 869.909 AS76m (Browse shelf(Opens below)) Available 321001

PORTUGUES

EDICAO REVISTA E AMPLIADA. BIBLIOGRAFIA. ORGANIZACAO, ENSAIO E NOTAS DE EDUARDO DE ASSIS DUARTE.

Mulato, neto de escravos alforriado, nascido livre no morro de Livramento, no Rio de janeiro, em 1839; órfão, na adolescência trabalha como balconista e operário gráfico; autodidata, passa da oficina à redação e, daí, ao emprego público e á literatura. Considerado um dos maiores escritores da língua Portuguesa, Machado de Assis é acusado de aburguesamento, de negação de suas origens e omissão perante os dramas sociais do seu tempo, especialmente a escravidão. No entanto seus escritos contradizem a tese absenteísta. E deixa evidente, que sob disfarces e dissimulações, tanto cronista como poeta ou genial ficcionista valeram-se de uma linguagem sofisticada para, assumindo o lugar do Outro, fazer a crítica de regime e da classe que mantinha. Esta reunião de textos convida o leitor a reavaliar o posicionamento machadiano em relação à escravidão e ás relações inter-raciais existentes no Brasil do século XIX.

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