TE ESPERO O TEMPO QUE FOR: RELATO DE UM AMOR PROIBIDO
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TextPublisher: SAO PAULO BRASILIENSE 2009Edition: 1 edDescription: 223P. 21CM. BROCHSubject(s): Genre/Form: Online resources: Summary: Se interessar por alguém com a idade da sua filha. Amar um homem da idade do seu pai. Ser soropositivo. Ser filha de pais católicos. Ter recém-saído de uma separação. Morar com seus pais. Trezentos quilômetros de distância. Não vai ser fácil. Fácil foi se apaixonar. Perder o sono, sentir o coração bater mais rápido. Acreditar em destino e sentir que foram feitos um pro outro. Dizer “eu te amo”. Intuir que é para sempre. Difícil são os outros. Com seus medos, frustrações, deturpações e achismos. Suas regras obtusas, seus preconceitos enraizados, seu orgulho ferido. Impossível desistir. Quem falou que o Amor não tem idade? O Amor é adolescente. Destemido, livre de preconceito, receios, amarras e impedimentos, ele não está nas racionalizações, nos números do tempo, no convencional, no conveniente. Não precisa de motivos, visto que é o melhor deles, e não dá explicações. O Amor confia em si mesmo. O resto é intraduzível. Acho que foi Proust quem disse que “o próprio do sentido é o impróprio do enunciado”. Eu concordo. Acho que o Samuel e a Lívia também... Essa é a história de seu Amor. Que eles não entendem, nem querem entender, somente sentir. E viver.
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Livros
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Biblioteca Nair Lacerda | Biblioteca Nair Lacerda | F T368t (Browse shelf(Opens below)) | Available | 327513 |
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PORTUGUES
INCLUI BIBLIOGRAFIA, FILMOGRAFIA E DADOS BIOBIBLIOGRAFICOS DO AUTOR.
Se interessar por alguém com a idade da sua filha. Amar um homem da idade do seu pai. Ser soropositivo. Ser filha de pais católicos. Ter recém-saído de uma separação. Morar com seus pais. Trezentos quilômetros de distância. Não vai ser fácil. Fácil foi se apaixonar. Perder o sono, sentir o coração bater mais rápido. Acreditar em destino e sentir que foram feitos um pro outro. Dizer “eu te amo”. Intuir que é para sempre. Difícil são os outros. Com seus medos, frustrações, deturpações e achismos. Suas regras obtusas, seus preconceitos enraizados, seu orgulho ferido. Impossível desistir. Quem falou que o Amor não tem idade? O Amor é adolescente. Destemido, livre de preconceito, receios, amarras e impedimentos, ele não está nas racionalizações, nos números do tempo, no convencional, no conveniente. Não precisa de motivos, visto que é o melhor deles, e não dá explicações. O Amor confia em si mesmo. O resto é intraduzível. Acho que foi Proust quem disse que “o próprio do sentido é o impróprio do enunciado”. Eu concordo. Acho que o Samuel e a Lívia também... Essa é a história de seu Amor. Que eles não entendem, nem querem entender, somente sentir. E viver.
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