CARTOGRAFIA DA MEMORIA
Material type:
TextPublisher: RIO DE JANEIRO 7LETRAS 2009Edition: 1 edDescription: 203P. 21CM. BROCHSubject(s): Genre/Form: Online resources: Summary: A memória é o fio condutor de uma viagem afetiva ao interior de uma Bahia imaginada, vivida e reconstruída em sonhos. Nesta “Cartografia da memória” cada página é uma estação num mágico caminho de trem até o cenário íntimo do Recôncavo baiano. Autêntico contador de histórias, Emanoel Castro desenha ao longo do livro personagens marcantes como o padre Lili, o nômade Pássaro Preto, a carteira Olindina, que cumpria seu ofício com poesia. Reunidos, os “causos” dialogam como fragmentos, dando vida a rostos, frases e vidas de um Brasil longínquo. De um país de crenças, cheiros e cores tão atraentes quanto esquecidos. O autor, que também é fotógrafo, consegue captar com exatidão as imagens deste Brasil que não aparece na televisão e reproduzi-las no papel através do lirismo da linguagem. Sua escrita foge do descritivo e investe em construções elaboradas, destacando-se pelo profundo conhecimento (e pelo uso criativo) da língua portuguesa. Com frases carregadas de ritmo e regionalismos, os capítulos mapeiam uma geografia emocional de uma região perdida no tempo, no espaço, na infância.
| Item type | Current library | Home library | Call number | Status | Barcode | |
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Livros
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Biblioteca Nair Lacerda | Biblioteca Nair Lacerda | F OL4ca (Browse shelf(Opens below)) | Available | 327515 |
PORTUGUES
A memória é o fio condutor de uma viagem afetiva ao interior de uma Bahia imaginada, vivida e reconstruída em sonhos. Nesta “Cartografia da memória” cada página é uma estação num mágico caminho de trem até o cenário íntimo do Recôncavo baiano. Autêntico contador de histórias, Emanoel Castro desenha ao longo do livro personagens marcantes como o padre Lili, o nômade Pássaro Preto, a carteira Olindina, que cumpria seu ofício com poesia. Reunidos, os “causos” dialogam como fragmentos, dando vida a rostos, frases e vidas de um Brasil longínquo. De um país de crenças, cheiros e cores tão atraentes quanto esquecidos. O autor, que também é fotógrafo, consegue captar com exatidão as imagens deste Brasil que não aparece na televisão e reproduzi-las no papel através do lirismo da linguagem. Sua escrita foge do descritivo e investe em construções elaboradas, destacando-se pelo profundo conhecimento (e pelo uso criativo) da língua portuguesa. Com frases carregadas de ritmo e regionalismos, os capítulos mapeiam uma geografia emocional de uma região perdida no tempo, no espaço, na infância.
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