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MONTE VERITA

By: Material type: TextPublisher: RIO DE JANEIRO ROCCO JOVENS LEITORES 2009Edition: 1 edDescription: 101P. 21CM. BROCHSubject(s): Genre/Form: Online resources: Summary: Através da ficção, em Monte Vertà” o autor busca germinar no jovem leitor a reflexão, criticando, com fluidez e leveza, nas bem engendradas tramas da história, as grandes vergonhas éticas do homem. Na contundente narrativa, um funcionário do hotel suíço Monte Verità é motivo de espanto para os hóspedes. Trata-se de um curioso garçom poliglota, que domina o italiano, o alemão, o francês, o espanhol, o grego, o japonês, o mandarim e, óbvio, sua língua materna, o português. Formado em economia (condição irrelevante para aqueles a quem serve), este negro, fugitivo de guerra, cria, em seu quarto no hotel, a sua história de vingança e redenção – e também a história de vingança e redenção do mundo, se assim compreenderem suas “intervenções”. Tais intervenções revelam-se socos de lucidez no peito do comodismo egoísta. Anunciadas uma a cada domingo, em todas as mídias possíveis, com drásticas imposições para a humanidade, seis mensagens bombásticas são um convite para o homem olhar o nosso planeta, repensar seu papel nele e sua relação com ele. Trata-se de um despertar para o futuro, de uma nova saída da mítica e alegórica caverna de Platão. Ao criticar o etnocentrismo, o racismo, o especismo, a violência e a depredação ambiental, a invasão filosófica que toma conta do orbe terrestre e gera discussão e debate entre os indivíduos de todas as culturas, lança também um novo e aguçado olhar sobre o nosso mundo.
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Livros Biblioteca Nair Lacerda Biblioteca Nair Lacerda J B456m (Browse shelf(Opens below)) Available 327709

PORTUGUES

SEGUNDO VOLUME DA TRILOGIA DA UTOPIA, INICIADA COM O "MAGICO DE VERDADE".

Através da ficção, em Monte Vertà” o autor busca germinar no jovem leitor a reflexão, criticando, com fluidez e leveza, nas bem engendradas tramas da história, as grandes vergonhas éticas do homem. Na contundente narrativa, um funcionário do hotel suíço Monte Verità é motivo de espanto para os hóspedes. Trata-se de um curioso garçom poliglota, que domina o italiano, o alemão, o francês, o espanhol, o grego, o japonês, o mandarim e, óbvio, sua língua materna, o português. Formado em economia (condição irrelevante para aqueles a quem serve), este negro, fugitivo de guerra, cria, em seu quarto no hotel, a sua história de vingança e redenção – e também a história de vingança e redenção do mundo, se assim compreenderem suas “intervenções”. Tais intervenções revelam-se socos de lucidez no peito do comodismo egoísta. Anunciadas uma a cada domingo, em todas as mídias possíveis, com drásticas imposições para a humanidade, seis mensagens bombásticas são um convite para o homem olhar o nosso planeta, repensar seu papel nele e sua relação com ele. Trata-se de um despertar para o futuro, de uma nova saída da mítica e alegórica caverna de Platão. Ao criticar o etnocentrismo, o racismo, o especismo, a violência e a depredação ambiental, a invasão filosófica que toma conta do orbe terrestre e gera discussão e debate entre os indivíduos de todas as culturas, lança também um novo e aguçado olhar sobre o nosso mundo.

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